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Lançamento do iPhone 6 não empolga investidores e ações da Apple têm queda

Postado em: 09/09/2014, às 17:13 por Redação

O tão aguardado anúncio da Apple, considerado o mais importante dos últimos quatro anos, finalmente aconteceu nesta terça-feira, 9. Confirmando rumores, a empresa lançou dois modelos do iPhone 6 — o iPhone 6, com tela de 4,7 polegadas, e o iPhone 6 Plus, com tela de 5,5 polegadas —, o relógio inteligente Apple Watch e o Apple Pay, sistema que vai permitir o uso do smartphone como carteira digital para pagamentos.

Esta é a primeira vez que a empresa anuncia ao mesmo tempo aparelhos com displays de tamanho diferentes. Em sua versão mais barata, com 16 GB de armazenamento, o iPhone 6 custa US$ 199 nos EUA, em um contrato de dois anos com operadoras, enquanto o modelo de 64 GB sai por US$ 299 e o de 128 GB, US$ 399 — este último uma novidade da empresa, já que o modelo anterior, o iPhone 5, tinha capacidade máxima de 64 GB.

Já o iPhone 6 Plus começa com preço de US$ 299 nos EUA, com um contrato de dois anos, para o modelo com 16 GB, passa a US$ 399 na versão de 64 GB e vai até US$ 499, para modelo de 128 GB.

Muitos analistas consideraram estranho o fato dos novos iPhones começarem com modelos básicos de 16GB de armazenamento, em vez de 32 GB. Parte deles não vê sentido em começar com uma capacidade tão baixa.

Os novos iPhones virão em três cores (dourada, prata e preta) e serão acompanhados de capinhas de silicone coloridas produzidas pela Apple. Eles estarão disponíveis nas lojas da Apple e das operadoras americanas (e em alguns outros países) a partir do dia 19 deste mês, e podem ser encomendados até o dia 12 de setembro. Ainda não há previsão sobre quando será o lançamento no Brasil, que deve acontecer mais perto do fim do ano.

"A equipe está trabalhando duro para que esses lançamentos cheguem o mais rápido [ao mercado]", disse o vice-presidente sênior da Apple, Phil Schiller, durante sua apresentação.

Novos recursos e aperfeiçoamentos

Em sua exposição, o executivo destacou os recursos de vídeo aperfeiçoados. Segundo ele, tanto o iPhone 6 quanto o 6 Plus incorporam novos dispositivos de gravação de vídeo de alta definição, de 1.080 pixels, a 30 ou 60 quadros por segundo — o iPhone 5S fornece somente 30 quadros.

Ainda de acordo com Schiller, os smartphones permitem imagens de vídeo em câmera lenta, além de integrarem um recurso novo chamado estabilizador ótico de imagens, que ajuda a evitar fotos tremidas. "Nosso processador A8 inclui um poderoso processador de sinais. Por isso, temos vídeo em câmera lenta a até 240 quadros por segundo", diz. É o dobro da taxa do iPhone 5s.

Outro recurso interessante é o vídeo time-lapse, técnica que permite criar vídeos acelerados por meio da captura imagens com um intervalo maior do que o normal. Esse modo funciona inclusive com a câmera frontal FaceTime HD. O Instagram lançou recentemente um aplicativo gratuito chamado Hyperlapse que faz isso, mas agora ele já pode estar obsoleto.

Os novos modelos são compatíveis com 20 frequências de celular 4G. Mas Schiller não disse se haverá diferentes modelos dirigidos a diferentes países, como acontece com o iPhone 5s. A conexão Wi-Fi é 802.11ac, novo padrão até três vezes mais veloz que o anterior, usado no iPhone 5s.

Enfim, há várias outras novidades em software, novos sensores, além do Apple Watch, o novo relógio inteligente da Apple, que traz na parte traseira, um conjunto de sensores, e o sistema de pagamento móvel Apple Pay, que começa a funcionar em outubro nos EUA.

Investidores céticos

Apesar da grande expectativa gerada pela Apple em torno dos novos lançamentos, o anúncio não conseguiu, ao menos por ora, empolgar os investidores de Wall Street.

As ações da empresa, que abriram o pregão na Nasdaq cotadas a US$ 99,11, nesta terça-feira, e chegaram a atingir o pico de US$ 102,94 às 14h57 (horário de Brasília), registravam queda de 0,32% às 16h18, negociadas a US$ 98,04. Depois, se recuperaram um pouco, mas voltaram a cair e encerraram o dia em baixa de 0,41%, cotadas a US$ 97,95.

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