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São Paulo aparece em 42o lugar em raking global de cidades que estimulam empreendedorismo feminino

Postado em: 17/07/2018, às 20:58 por Redação

A Dell anunciou nessa segunda-feira, 16, os resultados de um estudo, realizado em parceria com o instituto de pesquisas IHSM, que identificou as barreiras e as oportunidades para que mulheres empreendedoras em todo o mundo tenham acesso a capital e tecnologia. O estudo, que inclui a cidade de São Paulo entre as avaliadas, foi apresentado durante a 9ª edição do DWEN (Dell Women's Entrepreneur Network), evento promovido pela empresa que reúne mulheres empreendedoras de todo o mundo na cidade de Toronto, Canadá.

Baseado nos dados coletados no estudo WE Cities 2017, que mediu as 50 cidades globais sobre sua capacidade de estimular mulheres empreendedoras de alto potencial, a Dell desenvolveu ainda o mapeamento de dez cidades (WE City Blueprints), que foi elaborado para destacar ações que podem ser tomadas para que as cidades melhorem o ecossistema com foco nas mulheres empreendedoras.

O WE City Blueprints analisou os pontos mais fortes e as áreas em que são necessárias melhorias com o intuito de gerar dados e recomendações para que as lideranças das cidades e os formuladores de políticas possam utilizar para promover ações de incentivo às mulheres empreendedoras de alto potencial em cada local. As cidades analisadas no projeto são:

• Austin (EUA)
• Boston (EUA)
• Cidade do México (México)
• Toronto (Canadá)
• Londres (Inglaterra)
• Amsterdam (Holanda)
• Sydney (Austrália)
• Tóquio (Japão)
• São Paulo (Brasil)
• Singapura

"As taxas de empreendedorismo feminino aumentaram globalmente em 13%, em 2017. No entanto, o acesso a capital, talento, barreiras culturais e políticas podem limitar o sucesso desses negócios", afirma Karen Quintos, vice-presidente executiva e diretora de clientes na Dell. "Ao abastecer os líderes das cidades e os formuladores de políticas com pesquisas e dados concretos, podemos ajudar a impulsionar ações que melhorem o panorama para essas mulheres", conclui.

"De acordo com dados e análises extensas que tivemos neste estudo, observamos que quando as barreiras ao empreendedorismo feminino são removidas, há uma elevação considerável nas perspectivas econômicas da cidade", diz Cris Turner, vice-presidente de assuntos governamentais da Dell. "Os dados do WE City Blueprints oferecem insights sobre quais cidades da lista podem aprender umas com as outras e incentivar ações políticas para atrair e apoiar mulheres empreendedoras em nível local", completou.

Acesso a capital e tecnologia

Capital e tecnologia são essenciais para expandir qualquer negócio, mas as mulheres enfrentam desafios nessas frentes. Em 2017, apenas 2% do financiamento de risco foi destinado a fundadoras mulheres. Com base no estudo WE Cities Index e nas conversas entre integrantes da rede DWEN, muitas mulheres empreendedoras não consideram totalmente a tecnologia disponível que poderiam estar usando, ou como a tecnologia poderia ajudá-las a dimensionar um negócio. As análises do estudo revelaram que:

• Como as mulheres empresárias estão acessando o capital, por meio do uso da tecnologia
• Como diferentes regiões estão acessando fontes distintas de capital, usando a tecnologia
• Áreas em que as mulheres empresárias transitam e como isso afeta o acesso ao capital e à tecnologia
• Como o acesso ao capital e o uso da tecnologia diferem entre as principais cidades

Ranking das 50 cidades do WE Cities e Metodologia

Com base nos últimos seis anos de pesquisa da Dell, as cidades do WE Cities foram classificadas em cinco características importantes: capital, tecnologia, talentos, cultura e mercados. Esses pilares foram organizados em dois grupos – ambiente operacional e ambiente propício. A classificação geral é baseada em 72 indicadores; sendo que 45 destes, quase dois terços, têm um componente baseado em gênero. Os indicadores individuais foram ponderados com base em quatro critérios: relevância, qualidade dos dados subjacentes, unicidade no índice e componente de gênero. As 50 cidades foram classificadas da seguinte forma, com São Paulo, Cidade do México e Guadalajara como cidades da América Latina representadas no ranking:

1. Nova Iorque (EUA)
2. Baía de São Francisco (EUA)
3. Londres (Inglaterra)
4. Boston (EUA)
5. Estocolmo (Suécia)
6. Los Angeles (EUA)
7. Washington (EUA)
8. Singapura (Singapura)
9. Toronto (Canadá)
10. Seattle (EUA)
11. Sydney (Austrália)
12. Paris (França)
13. Chicago (EUA)
14. Minneapolis (EUA)
15. Austin (EUA)
16. Hong Kong (China)
17. Melbourne (Austrália)
18. Atlanta (EUA)
19. Amsterdã (Holanda)
20. Portland (EUA)
21. Berlim (Alemanha)
22. Taipé (Taiwan)
23. Pittsburg (EUA)
24. Tel Aviv (Israel)
25. Copenhague (Dinamarca)
26. Vancouver (Canadá)
27. Houston (EUA)
28. Johannesburg (África do Sul)
29. Barcelona (Espanha)
30. Seul (Coréia do Sul)
31. Munique (Alemanha)
32. Miami/Fort Lauderdale (EUA)
33. Nairóbi (Quênia)
34. Dublin (Irlanda)
35. Varsóvia (Polônia)
36. Belfast (Irlanda do Norte)
37. Milão (Itália)
38. Pequim (China)
39. Tóquio (Japão)
40. Bangalore (Índia)
41. Kuala Lumpur (Malásia)
42. São Paulo (Brasil)
43. Dubai (Emirados Árabes Unidos)
44. Xangai (China)
45. Cidade do México (México)
46. Lima (Peru)
47. Guadalajara (México)
48. Istambul (Turquia)
49. Déli (Índia)
50. Jacarta (Indonésia).

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