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Vendas do Apple Watch ultrapassam a do iPhone em seu primeiro ano no mercado

Postado em: 25/04/2016, às 16:18 por Redação

Projeções de mercado apontam que a Apple vendeu duas vezes mais Apple Watches do que iPhones no primeiro ano de comercialização dos dispositivos no mercado. O relógio inteligente da fabricante completou um ano de seu lançamento no domingo, 24, dois dias antes da divulgação dos resultados financeiros do segundo trimestre do ano fiscal de 2016 da empresa. As estimativas, se confirmadas, significarão a primeira vez que um novo dispositivo da Apple, desde o lançamento do iPad, supera as vendas de iPhones, que vêm despencando.

A empresa não revela números de vendas, mas a empresa de pesquisa de mercado Bernstein Research estima que a Apple vendeu 12 milhões de Apple Watches neste primeiro ano, a um preço médio de US$ 500. Da mesma forma, o Above Avalon, site dedicado à análise de produtos da Apple, estima que foram vendidos 13 milhões de relógios, a um preço médio de US$ 450.

Com base nesses números é possível deduzir que a Apple faturou US$ 6 bilhões com o novo dispositivo, três vezes a receita anual de sua principal concorrente nesse mercado, a Fitbit, que, segundo o último relatório da IDC, liderava o mercado de relógios inteligentes em número de unidades vendidas até o ano passado. A consultoria ainda não divulgou um novo relatório.

A título de comparação, a Apple vendeu cerca de 6 milhões de iPhones em seu primeiro ano de comercialização no mercado, embora o smartphone ainda responda por dois terços da receita da companhia. Segundo a IDC, o Apple Watch foi responsável por cerca de 61% das vendas globais de relógios inteligentes no ano passado.

Apesar do bom desempenho de vendas no primeiro ano de nercado, alguns analistas dizem que ainda é prematuro dizer que o Apple Watch será um sucesso como o iPad, iPhone e iPod. O motivo, dizem eles, é que o relógio tem deficiências. Uma delas seria o fato de ter um processador de fraca potência, o que pode estrangular a possibilidade de estender a vida útil da bateria do dispositivo. Além disso, a bateria precisa ser carregada todo dia. O Apple Watch também não dispõe de conexão móvel e sistema de posicionamento global (GPS), o que significa que deve ser usado com um iPhone, limitando a sua utilidade como dispositivo independente.

Há correções relativamente fáceis para algumas preocupações, concordam alguns analistas. E a Apple está trabalhando para adicionar conectividade sem fio e um processador mais rápido para sua próxima geração de Apple Watch, de acordo com pessoas familiarizadas com o assunto disseram ao The Wall Street Journal. Mas há problemas mais profundos. O analista da Forrester Research J.P. Gownder diz que o relógio da Apple não é útil o suficiente, pois ainda precisa que sejam criados mais aplicativos. Além disso, ele diz que a Apple não criou um "ecossistema" amplo de serviços. "A Apple precisa para torná-lo uma coisa indispensável", enfatizou.

Ainda assim, o relógio já conquistou muitos fãs que o utilizam diariamente. De acordo com a empresa de pesquisa Wristly, 93% dos 1.150 usuários do Apple Watch entrevistados online na semana passada disseram que estavam "satisfeitos" ou "muito satisfeitos" com o dispositivo. A pesquisa constatou que muitos desses usuários estão personalizando seus relógios. Segundo a própria Apple, em março, um terço dos usuários do Apple Wacth mudou regularmente a pulseira do relógio para combinar suas roupas.

Boa parte dos analistas, porém, permanecem otimistas sobre o futuro do Apple Watch. E alguns fazem um paralelo com o primeiro iPod, lançado em 2001. Muitos consumidores se queixaram de que o primeiro modelo do tocador de música era muito grande, caro com capacidade de armazenamento limitada. No entanto, como a Apple realizou melhorias de hardware e baixou o preço, fazendo com que o iPod se tornasse um sucesso de vendas. Ela já fez isso com o iPhone, e em março passado reduziu o preço do modelo menor do relógio inteligente, o Sport Watch, em US$ 50, para US$ 299. "A maioria dos aperfeiçoamentos virão no futuro", disse Grossman. "Daqui a seis anos, a partir de agora, vai ser estranho não ter um smartwatch", prevê.

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