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Virtualização reduz custos na Unimed Paulistana

Postado em: 26/09/2011, às 18:07 por Redação

A Unimed Paulistana renovou todo o seu parque de servidores visando economizar energia e ampliar a disponibilidade, a segurança e a capacidade de processamento do ambiente. Todo o parque foi trocado por máquinas IBM, implementadas pela Betta Informática.
Segundo relatório da agência de notas de crédito, Fitch Ratings, hospitais com avançado sistema de tecnologia de informação de saúde e elevada qualidade dos cuidados, alcançam um crescimento maior da receita, atendem mais pacientes, desfrutam de uma reputação superior e são mais capazes de conter os custos.
Segundo o CIO da Unimed Paulistana, Ricardo Norcia, a principal preocupação da companhia era passar pela migração sem comprometer a disponibilidade 24×7, fator obrigatório na área da saúde, durante toda a implantação.
Norcia destaca as necessidades da cooperativa antes do projeto, “a criatividade para reduzir custos com servidores começou a ficar escassa conforme crescia a demanda operacional e os novos projetos. Nossa equipe de infraestrutura tinha como principais desafios a redução de custos e a otimização do consumo de energia para contribuir com a ‘TI Verde’ e a prática da sustentabilidade”
O projeto começou em março de 2011, quando a Betta trabalhou no desenvolvimento da proposta mais adequada à demanda da Unimed. Após a decisão foi definido que a solução consistiria em um Storage DS5020, dois autoloaders, um chassi Blade H com 12 lâminas, 52GB de memória RAM e dois Chassis Blade S, essa ultima uma solução customizada exclusivamente para a tecnologia do centro médico/cirúrgico da Unimed Paulistana, o Hospital Unimed Santa Helena.
O processo de virtualização transformou 100 servidores físicos em 21 lâminas Blade. O projeto gerou ganho imediato no custo com licenças de software, ao permitir a redução do parque. O Windows Server, por exemplo, caiu de 70 licenças para 30; e SQL Server de 8 para 2 licenças. “Após a implementação desse moderno e otimizado parque tecnológico, o processamento pesado de dados, que antes demorava dias, agora roda em poucas horas”, acrescenta Heber Faria, membro da equipe de infraestrutura da Unimed Paulistana.
Após a implementação, a cooperativa mensurou economia de energia elétrica e espera, com o novo parque, aumentar o desempenho dos principais sistemas em 300%, e reduzir em 60% o espaço utilizado pelos data centers, além de atingir uma economia de 60% no consumo de energia elétrica (cerca de R$ 150 mil ao ano).
“Alianças com tecnologias de última geração garantem à Unimed Paulistana o crescimento operacional esperado e a excelência nos serviços aos nossos clientes”, conclui Ricardo Norcia.

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