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Braço de Seguridade do Banco do Brasil financia fintech especializada em previdência complementar

Postado em: 01/12/2017, às 19:21 por Redação

O mercado de investimentos em previdência complementar ganha player que nasce totalmente digital: a Ciclic. A startup comercializar produtos de previdência complementar digitalmente e foi lançada oficialmente nesta sexta-feira, 1, como "joint venture" da BB Seguridade e da Principal Financial Group. Seu objetivo é oferecer produtos flexíveis, com simplificação do processo de aquisição e gestão de planos para a realização de sonhos a curto, médio ou longo prazos, como abrir o próprio negócio, compra de automóveis ou casa própria, ou realizar a viagem dos sonhos.

A Ciclic atuará em um mercado em franca expansão. Segundo estudo da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), nos últimos quatro anos, o número de pessoas que aderiram a planos de investimento como previdência VGB-L cresceu significativamente: foram 1 milhão de novos usuários, totalizando mais de 13,7 milhões até agosto deste ano. O volume de captação líquida também cresceu quase 10% em agosto deste ano, se comparado a 2016. No acumulado de janeiro a agosto, o montante alcançou os R$ 34,2 bilhões.

O nome escolhido pela nova startup – Ciclic – é um neologismo da palavra "cíclico", significado que será reforçado pelo logo escolhido, que pretende imprimir à marca uma ideia de movimento e evolução: que é justamente a proposta da Ciclic ao se lançar ao mercado como a primeira fintech 100% digital do mercado de previdência, normalmente reconhecido como austero e extremamente tradicional. A empresa inicia as operações com aproximadamente 30 pessoas na equipe e estima recuperar o investimento inicial em um prazo de até 5 anos.

A estratégia de crescimento é ousada. "Os brasileiros estão mais atentos a novas formas de investimentos como planos de previdência complementar, por causa da boa rentabilidade e baixo risco quando comparados a outros modelos de investimento como poupança e investimento direto em ações, por exemplo", afirma o CEO da fintech, Raphael Swierczynski.

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