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Diebold Nixdorf identifica novo malware de acesso remoto

Postado em: 10/03/2019, às 18:11 por Redação

A Diebold Nixdorf identificou em fevereiro um malware inédito no Brasil. O RAT (Remote Access Trojan) atua em dispositivos móveis de sistema operacional Android e se utiliza de técnica em que o atacante navega e realiza as transações diretamente no dispositivo móvel do usuário.

Ao infectar um dispositivo, o fraudador tem como principal objetivo se passar pelo cliente e realizar transações eletrônicas nos aplicativos de bancos enquanto o usuário não está com a atenção voltada ao celular. Todo processo de navegação, autenticação e inserção das transações acontece sem qualquer interação física do aparelho, de forma remota e controlada pelo atacante.


Praga digital afeta aplicativos de bancos de maneira remota. Mais de 20 mil casos já foram registrados no Brasil

O malware possibilita uma visualização e controle total do dispositivo da vítima por meio de permissão de acessibilidade, concedida pelo usuário no momento da instalação do aplicativo. Uma vez com a permissão, o software concede a si mesmo outras permissões necessárias para executar as demais tarefas a qual se propõe, inclusive a própria senha de desbloqueio do aparelho.

Para não chamar a atenção, o criminoso inicia a fraude e controla o dispositivo quando o usuário não está utilizando o mobile. Os hackers ativam o modo silencioso do aparelho e ainda escurecem a tela em 90% para que a pessoa não veja o acesso remoto acontecendo. Para apagar vestígios, o Malware ainda pode ser desinstalado de maneira remota após a fraude.

Como o malware chega aos usuários

Durante os processos de análise e engenharia reversa realizados pela área de Online Fraud Detection (OFD) da Diebold Nixdorf, foi possível identificar que o processo de disseminação do Malware se dá por meio de SPAM e via anúncios pagos pelos criminosos. Na maioria das vezes o acesso se dá por anúncios de atualização do aplicativo WhatsApp ou propaganda de retrospectivas.

Uma vez com controle total do dispositivo, o criminoso pode facilmente navegar pelos aplicativos de mensagem instantânea e disseminar o link para download do aplicativo falso, se passando pelo próprio usuário como se fosse uma recomendação pessoal enviada em sua rede de contatos.

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