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Cibercrime pode custar até R$ 16 mil para vítima em época de Natal

Postado em: 08/12/2017, às 07:50 por Redação

Consumidores que planejam comprar seus presentes de Natal online podem correr o risco de perder entre R$ 160 e R$ 16 mil por incidente. Isso porque essa é a época em que cibercriminosos em todo o mundo buscam preencher suas 'meias de Natal'.

E com o aumento na adoção de múltiplos dispositivos pelos consumidores – celulares, tablets, laptops e PCs –, as compras online se tornaram mais acessíveis e convenientes. Junto ao fato de que, agora, mais países possuem uma largura de banda disponível maior do que tinham antes.

De acordo com uma pesquisa da Barclays, mais de um quarto de todos os golpes online no Reino Unido ocorrem no período natalino, enquanto a ThreatMetrix prevê que haverá 50 milhões de ciberataques no mundo na temporada de férias de 2017.

Países com fortes perspectivas fiscais e altos níveis de adoção mobile estão entre os alvos mais prováveis. Além disso, um Relatório de Inteligência de Ameaças trimestral da NTT Security revela que os ataques globais de phishing aumentaram 74% no terceiro trimestre de 2017.

Mark Thomas, Estrategista de Segurança da Dimension Data, diz: "Nas próximas seis semanas, veremos um aumento em campanhas de phishing por e-mail, ataques de ransomware, trojans bancários, assim como o aparecimento de sites fraudulentos que promovem ofertas especiais como pacotes de férias. Cartões de presente falsos, que podem levar o usuário a um site não confiável ou permitir o download de um arquivo que pode comprometer o dispositivo, também se tornarão mais predominantes."

Na lista de compras dos cibercriminosos também estão notificações falsas do status de entrega de encomendas, projetadas para atrair o usuário a clicar em links maliciosos, e-mails indesejados de ofertas especiais, e recibos falsos de compras online, que o levam a abrir anexos com ransomware.

O que os cibercriminosos querem

Thomas diz que os cibercriminosos estão atrás de duas coisas. A primeira são os dados do cartão de crédito de uma pessoa e, uma vez acessado, provavelmente é usado para gastar o dinheiro e até o bônus anual da vítima. A segunda coisa são as informações de identificação pessoal, como nomes de usuários, senhas e detalhes que sites acessam com frequência.

O papel dos negócios, do varejo e dos pais

Os negócios precisam educar os funcionários que se conectam às redes corporativas a manterem-se vigilantes durante a temporada de Natal. "Prover autenticação multifator para acessar sistemas corporativos é outro passo da luta contra cibercriminosos. Isso torna mais difícil para os atacantes comprometerem as credenciais dos colaboradores", explica Thomas, reforçando que o setor de varejo, em particular, deve estar em alerta, uma vez que os cibercriminosos tentarão aproveitar-se dele nesta época.

Crianças, pais idosos, e parentes que não são experientes na web precisam ser educados e protegidos para não se tornarem vítimas do cibercrime. "Hoje, há controles parentais que podem ser aplicados em celulares – similares aos que existem na TV. A maioria dos telefones modernos vem automaticamente com uma verificação de aplicação que permite o download de apps apenas de fontes confiáveis", completa Thomas.

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