TI INSIDE Online -

RSS Feed Compartilhe TI INSIDE Online no Facebook Compartilhe TI INSIDE Online no Twitter Compartilhe TI INSIDE Online no Google+ Compartilhe TI INSIDE Online no Linkedin

Competitividade só é possível com mobilidade corporativa

Postado em: 21/01/2015, às 12:39 por Rodrigo Pistori Pivetti

Muito se fala em políticas de segurança para uso de dispositivos móveis nas companhias. Há ainda o receio de que as informações confidenciais e estratégicas estejam vulneráveis fora do ambiente corporativo. BYOD-Bring Your Own Device, na prática, não parece ser uma unanimidade. Esse conceito e tecnologias que possibilitam mobilidade aos colaboradores – como comunicações unificadas, por exemplo – convergem para uma só questão, muito mais crítica. As empresas que não adotarem a "mobilidade corporativa" deixarão de ser competitivas desde já!

A velocidade da informação aumenta de forma exponencial. Hoje o Brasil tem quase 30 milhões de pessoas com acesso à banda larga. O acesso rápido em telefonia móvel aponta como um novo fenômeno de comunicação. Oferecer ferramentas de mobilidade a sua equipe é requisito obrigatório para que as empresas acompanhem a dinâmica de comunicação exigida pelo mercado.

Os benefícios são visíveis tanto para empresa quanto para o empregado. Ao adotar a mobilidade, as empresas minimizam seus custos operacionais, economizam em telefonia, reduzem custos com locomoção de pessoas e se beneficiam ao manterem a integridade do capital intelectual dos colaboradores. Eles percebem melhor qualidade de vida, a começar pelo tempo ganho em relação às horas improdutivas em trânsito.

Elas se transformam em produtividade seja lá onde ele estiver.

Estudos realizados recentemente com diversos CIOs pelas consultorias Forrester, Sybase e Gartner, sobre a "Capacidade de Mobilidade" apontam que 61% deles estão investindo para melhorar e 38% para manter a capacidade de mobilidade. Dos 61% que investem para melhorar, 48% o fazem pela inovação e liderança, e 46% entendem que é preciso investir para acompanhar o mercado. Ou seja, para manterem-se competitivos.

Embora os trabalhadores remotos necessitem com urgência das ferramentas que lhes permitam adaptar-se aos múltiplos canais de comunicação e responder as demandas na agilidade exigida pelo mercado, o contexto da mobilidade corporativa não tem a pretensão de substituir as interações humanas. A socialização continua sendo fundamental. A comunicação deixou de ser individual – entre dois interlocutores – para ser coletiva. São múltiplas interações e diversos dispositivos de acesso agindo simultaneamente. O objetivo da mobilidade corporativa é mesclar as interações pessoais com interações remotas utilizando voz, vídeo e colaboração de conteúdo, o que propicia significativas reduções de custos sem diminuir a eficiência da comunicação.

Em alguns casos, o trabalhador remoto está até mais próximo de sua equipe fazendo uso de redes sociais do que aqueles que estão fisicamente nas empresas. A interação por meio da tecnologia acaba aproximando as pessoas. E é por isso que as empresas estão cada vez mais dependentes dos serviços disponíveis em nuvem, que hoje define o modelo "as a Service". Ou seja, tecnologia como serviço.

Segurança

Todo projeto que envolve mobilidade corporativa deve considerar os cuidados necessários com os aspectos de segurança da informação, aspectos legais e trabalhistas, bem como aspectos tecnológicos. O tema sempre deve ser tratado pela TI em conjunto com equipes multidisciplinares, e principalmente deve estar alinhado com a estratégia do negócio para se tornar um diferencial competitivo. Mobilidade envolve não somente as questões dos dispositivos, mas também as políticas de segurança, escolha por aplicações e padrões e, principalmente, a questão estratégica de negócio.

As tecnologias mais de comuns são a utilização de VPN (Virtual Private Network) ou a utilização de uma conexão criptografada através de um elemento chamado SBC (Session Border Controller). No primeiro caso, o trabalhador remoto possui um aplicativo "client VPN" instalado em seu dispositivo e estabelece um túnel seguro dentro da Internet para transmissão das informações. Já o SBC se aplica melhor ao uso de VoIP e Comunicações Unificadas. Este elemento fica na borda, entre rede pública e privada, permitindo que a conexão seja estabelecida diretamente com o aplicativo client instalado no dispositivo, de forma criptografada, sem a necessidade de uma ação do usuário.

Comunicações Unificadas

O conceito de "Comunicações Unificadas" visa prover todos os serviços de forma integrada. É a tecnologia aliada à comunicação para atender as necessidades do mercado corporativo na "Era da Comunicação em tempo real". Considerando o cenário de comunicação corporativa, podemos afirmar que o conceito de "Comunicações Unificadas" é a evolução da forma de se comunicar dentro de uma empresa.

Tradicionalmente, a comunicação era baseada em diversos sistemas diferentes, operando de forma independente, sem integração entre si – PABX, e-mail, fax, videoconferência. Ao se adotar as Comunicações Unificadas, o status de presença é público na rede do usuário e controlado por ele. A sensação de colaboração é ampla e o trabalho remoto se transforma em presença na empresa por intermédio de qualquer dispositivo como smartphones, notebooks e tablets.

Rodrigo Pistori Pivetti, Communications Sales Developer da Alcatel-Lucent Enterprise Brasil.

Tags: , , , ,

1 Comentário

  1. Tati disse:

    Receber novas publicações

Deixe o seu comentário!

Nome (obrigatório)

E-mail (não será mostrado) (obrigatório)

Website

Mensagem (obrigatório)



Top