Brasilprev cria um Digital Experience Lab e nova superintendência de dados

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Com foco em atender à necessidade crescente por acesso à informação, a Brasilprev, líder de mercado no setor de previdência privada, lançou recentemente dois novos setores na companhia: o Digital Experience Lab (DxLab) e a superintendência de Dados. O primeiro será responsável por ampliar a experiência digital dos clientes. Já o segundo setor terá a missão de criar uma cultura orientada por dados, fazendo com que a companhia organize seus processos e métricas com base em informações e análises ainda mais precisas.

O DxLab reúne seis equipes de desenvolvimento voltadas para ampliar a experiência digital dos serviços de Contratação, Portabilidade (IN), Resgates, Consulta de Extrato, Upselling e Realocação de Fundos. A principal responsabilidade é desenvolver os canais digitais: App´s, web, chatbot e as plataformas dos gerentes do Banco do Brasil.

"A ideia é reduzir as atividades nos nossos canais físicos, ou seja, as agências, e atrair novos clientes e aumentar a satisfação dos que já estão conosco", revelou o superintendente à frente da atividade de Canais Digitais, Bruno Palhão. "A nova área vai nos permitir digitalizar os processos e ter ganhos de eficiência operacional, além de contribuir para uma mudança de mindset dos colaboradores, promovendo uma empresa mais ágil e inovadora."

Palhão considera que, apesar da reconhecida confiança da Brasilprev junto aos clientes, que só em 2019 ganhou mais 200 mil clientes, a empresa almeja, por meio de inovações tecnológicas, uma melhor experiência e 100% digital. "O mercado mudou e as empresas estão atuando com novos modelos de negócio. Por isso é fundamental juntar essa tradição da Brasilprev com a força do digital", pontuou. "Queremos tornar a organização mais ágil e inovadora com o DX Lab. Elevar o valor da companhia com a entrega de experiências digitais para os nossos clientes. Temos um time de colaboradores divididos em equipes dedicadas a encontrar soluções aderentes para multimídias e tecnologia integrada."

Para essa fase de desenvolvimento foi montado um espaço especial dentro do DxLab. Uma área que conta com diferentes dispositivos para testar a usabilidade de todos os protótipos criados pelas equipes. É uma verdadeira central tecnológica que possibilita que os clientes avaliem se de fato a solução digital proposta atende as suas necessidades, com terminais de TV, smartphones e diversos dispositivos móveis.

Dados

O principal desafio da superintendência de Dados será elevar o patamar da Brasilprev no que diz respeito à gestão e uso de dados. "A ideia é criar uma cultura orientada por dados, fazendo com que a companhia organize seus processos e métricas com base em informações e análises precisas, evitando que qualquer decisão tomada se fundamente apenas em impressões, intuições, avaliações superficiais ou até mesmo em decorrência de eventos do passado. Isso fará com que desde as mais básicas decisões até as mais estratégicas sejam sempre embasadas em uma análise criteriosa e, por vezes, quantitativa", explica João Quaranta, novo executivo da Brasilprev responsável pelo setor. Entre as ações que ficarão sob a superintendência de Dados, Quaranta destaca: elaborar e fornecer estudos e relatórios que subsidiem os processos corporativos de Inteligência de Negócios; desenvolver modelos que orientem as estratégias e a atuação da companhia; definir, implementar e gerenciar a Arquitetura e Governança de Dados e de Modelos; disseminar a cultura de dados e análises, além da geração de valor para o cliente, que terá produtos e serviços cada vez mais alinhados à sua realidade.

1 COMENTÁRIO

  1. Amigos da BRASILprev,
    Preocupa-me a ideia de criar uma cultura centrada em dados, com processos e métricas ditas "precisas". Acham que vão atenuar decisões tomadas em impressões, intuições, avaliações superficiais ou até mesmo em decorrência de eventos do passado. Ora, este passado, quando bem analisado, nos permite dar um passo à frente, o que não significa desprezá-lo, mas ao contrário, servir-se dele. É assim que caminha a humanidade. As impressões, intuições, avaliações não devem ser encaradas como algo superficial, pelo contrário, é o que exprimem os atuais neurocientistas cognitivos. É a neofilia. Percebe-se nos escritos, uma forte tendência na valorização de um setor sobre o outro, quando numa equipe bem entrosada, as escolhas devem ser pautadas e analisadas segundo princípios do Design Thinking, em que não há ideia "burra". E foi assim que muitos progressos e avanços foram alcançados: "os dados não falam", o que significa que, como não têm voz, não conseguem transmitir alternativas humanas quando estão a tratar de "Gente", na outra ponta de seus projetos. A neofilia não é um simples capricho de natureza, é ampla, acessível a qualquer ser vivo, pois encontra-se impressa em nosso DNA. De que serventia se farão valer os dados se não há quem adquira os seus produtos. Por exemplo, se a BRASILprev encampa um projeto com milhões de crianças – e suas famílias – quem terá de ser ouvido para constituir uma base de dados que, passado algum tempo, deverá sofrer modificações a melhor?

    É bem possível que eu tenha entendido de forma incorreta, dado que não é a minha "praia". Desculpem-me se assim for. Mas alegra-me que estejam voltados para o público em geral, mas se eu conseguir emplacar este projeto, teremos que rever esta base de dados para o público infantil e juvenil muito breve.

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