Nem Home Office, nem presencial. Serão os dois juntos e misturados?

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Uma certeza que a pandemia trouxe para nossa realidade é o avanço tecnológico em diversas áreas. Há quem diga que se avançou cinco anos ou mais em apenas um ano e meio de pandemia, mas não foi apenas neste quesito que a vida de todos nós foi impactada: o ambiente de trabalho passou por uma grande transformação com a demanda do home office que mexeu com famílias inteiras para se adaptar a este cenário. 

A preocupação com a conectividade, segurança, gestão e monitoramento das equipes remotas criaram um novo comportamento para o ambiente de trabalho, que, para muitas empresas, permanecerá como home office. Outras consideram o formato híbrido como uma solução permanente. 

Em ambas as possibilidades, os desafios, então, passam a ser a gestão da equipe sem perder a conexão e os investimentos em recursos que possam atender a este novo comportamento.  A alternância entre trabalho remoto e presencial, o chamado modelo híbrido, passou a ser visto como preferência pós-pandemia entre as corporações para que pudessem gerenciar as equipes garantindo a produtividade e o relacionamento entre as equipes. 

Este novo formato ainda prevê redução de custos por não precisar ter todos os colaboradores reunidos num mesmo espaço com a alternância entre colaboradores e rodízio para utilização dos recursos, porém, existem outras questões que devem ser levadas em consideração pelas empresas, que vão muito além de economia. 

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