Acesso à banda larga fixa aumenta no Brasil, mas cresce também desigualdade regional

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O acesso à banda larga fixa voltou crescer em fevereiro no Brasil, mas as disparidades entre as regiões Sul e Sudeste e Norte e Nordeste continuam bastante acentuadas. O país encerrou o mês com 22,59 milhões de assinantes de banda larga fixa, sendo que o Serviço de Comunicação Multimídia (SCM), que engloba a internet de alta velocidade fixa, estava presente em 34,65% dos domicílios, de acordo com levantamento da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) divulgado nesta segunda-feira, 7.

Entretanto, as regiões Sul e Sudeste sozinhas responderam por 17,62 milhões de acessos em banda larga fixa em fevereiro, contra 3,23 milhões do Norte e Nordeste. São Paulo manteve a liderança com 8,63 milhões de assinantes de serviços de internet de alta velocidade e densidade de 58,98 — número de acessos por 100 domicílios. Na sequência, aparece o Rio de Janeiro, com 2,56 milhões de acessos e densidade de 45,13, e Minas Gerais, com 2,11 milhões de assinantes de banda larga fixa e densidade de 31,72.

Na região Sul, o Paraná lidera com 1,59 milhão de acessos e 43,14 de densidade, seguido pelo Rio Grande do Sul, com 1,41 milhão de assinantes de banda larga fixa e densidade de 36,67.

Apesar da desigualdade em relação as regiões Sul e Sudeste, o Nordeste superou a região Centro-Oeste, totalizando 2,59 milhões de acessos de banda larga fixa, contra 1,74 milhão de assinantes.

Em termos de tecnologia, a xDSL manteve a liderança com 13 milhões de acessos em banda larga fixa, seguida por cable modem (6,7 milhões), spread spectrum (1,09 milhão), fibra ótica (699 mil), ATM (317 mil) e Ethernet (280 mil). As demais tecnologias, como Frame Relay, satélite, Long Term Evolution (LTE), Wimax, MMDS e DTH, detêm uma participação muito pequena no mercado.

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