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NFC ainda não terá vez em 2013, diz Frost & Sullivan

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Para a Frost & Sullivan, 2013 ainda não será o ano do NFC na América Latina e o 4G ainda estará em fase inicial. Na previsão divulgada nesta terça-feira, 8, a companhia espera uma consolidação de usos alternativos de aparelhos celulares durante o ano como parte do desafio de encontrar novos modelos de negócios para operadoras.  

Segundo o team lider de telecomunicações da equipe de ICT da empresa, Renato Pasquini, a tecnologia de comunicação por proximidade de campo (NFC) não está madura o suficiente no País. "O que veremos são alguns trials, como a Telefônica/Vivo e a Claro anunciaram", explica. Mas isso não significa que os pagamentos móveis não estarão em alta entre as tendências para o ano. Em 2013, diz, "vamos ver a maioria dos serviços utilizando SMS e USSD, pois funcionam em todos os tipos de equipamentos".

A tecnologia USSD, uma espécie de interface básica de texto compatível com qualquer terminal, foi adotada pela Telefônica/Vivo em parcerias com a PayPal e com a Mastercard no ano passado. Pasquini acredita que isso incentivará a parcela da população que ainda não é bancarizada, embora ressalte que o setor ainda esteja engatinhando no Brasil. "Em 2012 o m-payment só teve 7,2 milhões de transações, comparado com 9,7 bilhões com o cartão de crédito. Mas vamos ver um crescimento relevante em 2013", acredita.

Outra solução móvel na qual a Frost & Sullivan acredita é a de m-health, especialmente com o uso de smartphones. Renato Pasquini cita o caso de sucesso do Instituto Carlos Slim no México, que oferece o serviço de monitoramento via iPhone para 8 mil pacientes com HIV, diabetes e doenças do coração. "Deverá ser uma tendência grande para a América Latina em populações que não estão próximas de hospitais", diz.

O executivo acredita também que em 2013 o 4G ainda estará em fase de testes no Brasil, com implantação da infraestrutura das redes e verificação da qualidade do serviço. "Inicialmente vai ser focado em banda larga móvel, com os modems USB, e com assinantes high-end. (As operadoras) estarão experimentando os serviços. De 2014 em diante, veremos uma penetração maior", diz.

Outras previsões

O executivo aponta como tendência também o aumento do uso de Wi-Fi para desafogar as redes 3G e 4G; uso de smallcells, femtocells e estrutura compartilhada para aumentar a cobertura da rede móvel das operadoras; iniciativas de cloud computing como armazenamento na nuvem; e-learning; e o uso do dividendo digital (faixa dos 700 MHz e 800 MHz) na América Latina para complementar ofertas de quarta geração de rede de celular ao permitir cobertura maior e mais barata.

A expansão de redes de ultra banda larga fixa, como a oferecida pela Telefônica/Vivo no Brasil, deverá continuar com velocidades acima dos 100 Mbps, segundo a Frost & Sullivan. Outro mercado que deverá começar a mostrar resultados mais significativos é o de comunicação máquina-a-máquina (M2M). Os principais desafios, ainda segundo Renato Pasquini, serão conseguir retorno de investimento em cima dos novos modelos de negócios, explicar os serviços de valor agregados aos clientes e descobrir meios de lucrar em cima de plataformas como redes sociais.

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