Tecnologia de rastreabilidade avança em hospitais e laboratórios brasileiros

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A GS1 Brasil (Associação Brasileira de Automação Comercial) tem levado a tecnologia de rastreabilidade para hospitais e laboratórios, que, na busca da excelência no atendimento, estão adotando tecnologias para automatizar seus processos como, por exemplo, a separação de medicamentos.

Um exemplo disso é o Hospital Moinhos de Ventos, em Porto Alegre, que utiliza o sistema GS1 DataMatrix, um código bidimensional de tamanho reduzido que se adapta às menores embalagens e comporta todas as informações necessárias para ter total controle da trajetória de um medicamento, do laboratório farmacêutico à administração no paciente.

O objetivo foi adotar um processo pelo qual os produtos podem ser rastreados por meio da tecnologia de código de barras, garantindo a origem e o caminho que este produto percorreu na cadeia produtiva até a chegada ao paciente.

Em 2011, o hospital introduziu o uso do código GS1 DataMatrix nos medicamentos por meio da integração de 18 áreas e com o treinamento sobre o uso da nova tecnologia para 118 colaboradores.

O objetivo do projeto é aprimorar a segurança do paciente, reduzir custos, assegurar uma melhor gestão do inventário e atingir a rastreabilidade. A nova simbologia é usada desde o recebimento do medicamento até seu descarte.

A antiga metodologia da impressão interna das etiquetas, contendo informações sobre a data de validade e número de lote, foi substituída pela leitura do GS1 DataMatrix, impresso pela indústria farmacêutica em dose unitária, sem intervenção humana acerca das informações importantes referentes ao medicamento.

Outro exemplo de aplicação da tecnologia de rastreabilidade é no Hospital e Maternidade Santa Joana, em São Paulo, que usa pulseiras para identificar os recém-nascidos e as mães.

Assim, juntamente com o código GS1 DataMatrix nos medicamentos, existe a garantia de que o paciente certo recebeu a medicação certa, na dose certa, na hora correta.

Também na capital paulista, o Hospital Israelita Albert Einstein foi pioneiro ao otimizar os procedimentos. Hoje, a instituição de saúde recebe 25% dos remédios já identificados pela indústria, um porcentual que abrange medicamentos utilizados em grande volume.

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