Stefanini Ventures registra crescimento se 35% em receitas digitais em quatro anos

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A Stefanini vem atuando nos últimos quatro anos, com o desenvolvimento de um robusto ecossistema digital, a partir da aquisição de várias empresas que integram a Stefanini Ventures. De 2015 para cá, a multinacional brasileira registrou crescimento de 35% em receitas digitais.

A expectativa da Stefanini é encerrar o ano com um aumento de 10% no faturamento global – R$ 3,3 bilhões, sendo que a participação das operações no exterior ultrapassa mais de 50%. Hoje, a empresa, considerada a quinta mais internacionalizada pelo Ranking da Fundação Dom Cabral, está presente em 41 países. O último a integrar a lista foi a Ucrânia.

Para garantir esses resultados, a empresa investiu em algumas soluções, que considera as grandes tendências para os próximos anos: Agile Development , Analytics, Banking in a Box, Cibersecurity, Indústria 4.0, Marketing Digital e Inteligência Artificial (Sophie as a Service).

Experiência híbrida de atendimento digital, a Sophie pode ampliar o nível de satisfação dos clientes em 22% se comparada a um call center tradicional, reduzindo em 50% o volume de chamadas dos consumidores para hotline, além de ampliar em 35% a produtividade dos colaboradores. A solução é flexível, atende a dezenas de tipos de conteúdo e pode aprender qualquer tipo de informação.

Para 2020, uma das grandes apostas da Stefanini é a solução Banking in a Box. A multinacional brasileira oferece uma plataforma de serviços financeiros, a mais completa do mercado latino-americano, que contempla o processo de ponta a ponta – abertura de conta digital com segurança, atendimento e cobrança, construção de canais digitais, processamento de contas, cartões private label ou bandeirados e core bancário.

A solução, que pode ser utilizada por bancos de todos os tamanhos, por empresas com grande volume de pagamentos ou pelo varejo que está lançando produtos financeiros e pode se tornar um banco no futuro, é capaz de integrar tudo a partir da utilização de APIs, sistemas de acesso digital que permitem que softwares e serviços sejam interligados de maneira criativa, com o objetivo de agregar valor às marcas e oferecer uma experiência diferenciada ao cliente.

Baseado no conceito de Banking in a Box, a Stefanini conta com um core bancário embarcado único para uso numa plataforma escalável, a Topaz, que roda em 20 países – no Brasil a solução está disponível há dois anos, com um crescimento médio de 40% ao ano. Além de a plataforma atuar em tempo real (24 X 7), ela é multimoeda, com capacidade de realizar todas as etapas de gerenciamento de um banco, permitindo que as instituições transformem seus processos de core banking com mais agilidade, segurança e redução de custos.

Além da solução de core banking, a Stefanini possui uma oferta completa de banco digital com grande aderência entre instituições pequenas e médias que desejam migrar para o mundo digital. Os projetos são desenhados de maneira personalizada para que a implementação aconteça em até quatro meses. "O ecossistema de inovação da Stefanini, por meio de suas ventures, garante a oferta de uma solução de ponta a ponta para que empresas de todos os setores possam disponibilizar serviços financeiros, explorando uma oferta integrada, com boas perspectivas para os próximos anos", explica Marcelo Ciasca, CEO da Stefanini Brasil.

Com a evolução do conceito criado de Banking in a Box, a Stefanini desenvolveu novas funcionalidades para o lançamento da solução como serviço. Assim, as marcas podem ter seus bancos digitais totalmente White-Label, com ofertas pré-configuradas, modulares, simples e seguras. A plataforma Bank in a Box será direcionada para as funcionalidades de pré e pós-pago, além de conta de pagamento.

A solução é voltada a empresas que possuem um 'aquário de clientes' ativos e que desejam oferecer serviços financeiros. Um exemplo disso são as financeiras, por estarem ligadas ao varejo; telecom, empresas de mobilidade urbana, com um alto volume de transações diárias; empresas de transportes, que trabalham com caminhoneiros e motoboys que precisam realizar pagamentos frequentes e podem oferecer benefícios, criando um arranjo de pagamento para que o dinheiro não saia da fronteira e renda mais.

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