75% dos brasileiros que fazem compras online pagaram por combustíveis via aplicativos em 2021

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Em 2021, cerca de 75% dos brasileiros e brasileiras que fazem compras rotineiras online (o chamado "everyday spending") preferiram pagar por combustíveis para seus veículos via aplicativos de smartphone. E 9 em cada 10 deles planejam continuar fazendo isso no pós-pandemia. As principais razões para isso? Maior controle de gastos (principalmente neste momento de disparada internacional de preços) e medo de contágio pela Covid. 

São dados da pesquisa Consumo Online no Brasil*, realizada pela Edelman sob encomenda do PayPal, líder global em pagamentos eletrônicos, em sua vertical de combustíveis. O estudo conversou com 1.000 compradores online no final de 2021 que fizeram pelo menos duas compras nas categorias de gastos diários nos 30 dias que antecederam as entrevistas. 

O PayPal descobriu que os consumidores gostam da experiência de fazer compras cotidianas de forma online, e consideram a tarefa fácil e prática. Para 83,7% dos entrevistados, o ato de pagar por combustíveis via aplicativo já faz parte do dia a dia. 

Os consumidores online se preocupam com a segurança de suas compras online, independentemente do serviço, produto ou canal onde compram. Nesse contexto, a segurança e as garantias contra fraudes aparecem como principais vantagens do uso de carteiras digitais. 

Além disso, muitos brasileiros trocaram o físico pelo online para aproveitar os descontos e as recompensas oferecidos pelos apps. A seguir, os destaques do estudo, na vertical de combustíveis. 

Tempo e dinheiro. 

De acordo com a pesquisa, 75% dos entrevistados afirmam que o uso de aplicativos para comprar (ou pagar por) combustíveis aumentou durante a pandemia. 

Antes de a crise sanitária começar, em março de 2020, cerca de 50,4% dos brasileiros compradores online recorrentes usavam apps para pagar pelo abastecimento nos postos de combustíveis diariamente ou semanalmente; já durante os 20 meses de pandemia que se seguiram, esse índice bateu os 60%. E os entrevistados pelo estudo do PayPal acreditam que esse cenário não deve sofrer alterações no pós-pandemia – 57% dizem que vão se manter fiéis ao modelo online. 

86% gostam de pagar online por combustíveis atraídos pelas recompensas (cashback, descontos etc.) oferecidas pelos aplicativos. 

89,5% dos respondentes dizem conseguir acompanhar melhor suas despesas quando pagam pelo abastecimento via apps. 

Meios de pagamento. 

Os cartões de crédito são o principal meio de pagamento online de combustíveis (78,1%), principalmente entre as mulheres (82%). Em seguida vêm os cartões de débito (61,8%), preferidos pelos homens (64,9%). Em terceiro lugar aparecem as carteiras digitais (39,1%). 

Segundo o estudo, quem usa carteiras digitais para pagar por combustíveis via app tende a fazer isso com mais frequência (81,6% dos casos). Nesta vertical, a porcentagem de homens e mulheres que abastecem seus carros pagando com carteira digital sempre ou quase sempre é praticamente a mesma (em torno de 81%). 

83,7% dizem que o uso de aplicativos para pagar por combustíveis já faz parte de seu dia a dia. 

Preocupação com saúde e segurança 

73,8% dos entrevistados disseram comprar combustível via app por motivos de saúde ou para evitar o contágio da Covid-19. 

69,4% estão preocupados com a segurança dos pagamentos online/via aplicativo nesta vertical – índice que cai para menos de 40% quando esse pagamento é realizado via carteira digital. 

Boa experiência e futuro  

86,3% dos brasileiros e brasileiras gostam da experiência de pagar online por combustíveis. 

A pesquisa destaca também que brasileiros e brasileiras têm a intenção de incluir, nos próximos cinco anos, ainda mais produtos e serviços em seu cotidiano de compras online ou via app – como água e luz, entretenimento e educação. Entre as tecnologias mais citadas neste futuro próximo estão as carteiras digitais e os QR Codes.   

Segmentos 

Os dados globais da pesquisa "Consumo Online no Brasil"  compreendem diversas verticais pesquisadas. 

Antes de a crise sanitária começar, em março de 2020, cerca de 35% dos brasileiros faziam compras online diariamente ou semanalmente; já durante os 20 meses de pandemia, esse índice bateu em 57%; e os entrevistados pelo estudo acreditam que esse cenário não deve sofrer alterações no pós-pandemia. Cerca de 55% dos brasileiros dizem que continuarão comprando online quando a vida voltar ao normal – isso significa que passaremos a viver um "normal" diferente do "normal" que conhecíamos. 

Os achados revelam ainda que a maioria dos brasileiros e das brasileiras compra e paga online sempre que pode (84,5%), considera essa forma de pagamento fácil (98,3%), gosta da experiência (98,8%), acha que ela permite um maior controle de despesas (89,9%), se considera especialista na arte de comprar via internet (68,2%) e costuma planejar suas compras online (87,6%). 

A pesquisa foi dividida em verticais, para melhor entender o cotidiano de compras online dos brasileiros. Em primeiro lugar na lista ficou "Alimentos e restaurantes", com 87,9% dos entrevistados afirmando fazer compras online desse tipo; "Supermercados e farmácias" aparecem em segundo, com 72% de aderência; seguidos por "Entretenimento" (64,6%); "Transporte e mobilidade urbana", com 56,2%; "Combustível" (34,3%); e "Games online", com 31,4%. 

Os dados iniciais da pesquisa "Consumo Online no Brasil" foram divulgados em novembro e estão disponíveis aqui. Os dados da vertical de delivery de comida (publicada em dezembro) podem ser conferidos aqui. E os dados da vertical de mobilidade urbana (publicada em janeiro) podem ser vistos aqui. 

A pesquisa "Consumo Online no Brasil ouviu 1.000 pessoas (todas compradoras online) entre 18 e 55 anos em todas as regiões do País e de todas as classes sociais.

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