Depois dos estúdios de cinema, agora são as gravadoras que estão processando o Megaupload

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Extinto em 2012, após um ter sido alvo de um processo antipirataria, o site Megaupload enfrenta sua segunda ação judicial em menos de uma semana, junto com seu fundador Kim Dotcom e seus colegas Mathias Ortmann e Bram van der Kolk. A ação foi movida pela RIAA, associação da indústria fonográfica dos EUA, segundo o jornal britânico The Guardian.

O processo, semelhante a outro impetrado há poucos dias pela Motion Picture Association of America (MPAA), entidade que representa a indústria cinematográfica dos EUA, afirma que os acusados "voluntariamente engajados e ativamente encorajados, lucraram com uma massiva violação de direitos autorais de músicas" no Megaupload.

Ambos os processos alegam que o Megaupload obteve mais de US$ 175 milhões de lucros ilegais com a infração de direitos autorais, enquanto ao mesmo tempo causaram "mais de US$ 500 milhões em prejuízo" para detentores de direitos autorais.

A ação da RIAA foi movida pelas gravadoras Warner Music Group , Universal Music Group , Sony Music Entertainment e Capitol Records, enquanto o processo da MPAA inclui os estúdios Twentieth Century Fox, Disney, Paramount Pictures , Universal , Colombia Pictures e Warner Bros.

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