TIM expande cobertura 5G DSS para 12 cidades no Brasil

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A TIM fará a expansão da cobertura 5G DSS para 12 cidades brasileiras. A partir deste mês, clientes da operadora em São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Curitiba poderão ter acesso, sem custos adicionais, a uma nova experiência de conectividade com o 5G DSS (ativação da tecnologia 5G sobre as frequências atuais 4G), que evoluirá com a chegada do 5G no Brasil após o leilão de frequências previsto para 2021. Até março, a expansão englobará ainda pontos em Brasília, Salvador, Fortaleza, Recife, Belém, Campinas, Santos e Florianópolis.

Em cada uma das cidades, as áreas de cobertura englobam alguns dos mais relevantes marcos, como o Esplanada dos Ministérios (Brasília), o Circuito Barra Ondina em Salvador, o Parque do Ibirapuera e a Avenida Paulista, em São Paulo e o Parque dos Patins, no Rio de Janeiro. Ao todo, serão dezenas de pontos distribuídos pelos municípios. A ativação da rede 5G DSS faz parte da estratégia da companhia, iniciada no ano passado com os testes pioneiros do 5G no Brasil, de proporcionar desde já aos clientes uma experiência diferenciada, que evoluirá muito com a chegada revolucionária do 5G no país.

"Em outubro, a TIM saiu na frente ao iniciar um piloto inédito com clientes em Bento Gonçalves (RS), Três Lagoas (MS) e Itajubá (MG) de um novo serviço já com equipamentos 5G para testarem a banda larga residencial de altas velocidades através da rede móvel com a tecnologia FWA. Os resultados estão sendo extremamente positivos, confirmando que estamos no caminho certo. Vamos continuar ampliando a cobertura 5G DSS até a chegada do 5G de verdade. A TIM está pronta para toda essa revolução e vamos assumir o protagonismo no 5G assim como fizemos no 4G", anunciou Leonardo Capdeville, CTIO da TIM Brasil, em coletiva de imprensa nessa quarta-feira,16.

Protecionismo

Questionado sobre a possibilidade da chinesa Huawei ser excluída da concorrência do 5G, o executivo acredita que Conexis está conduzindo a questão junto ao governo para que a tecnologia de origem chinesa não seja excluída do mercado, até porque "há 20 anos que usamos equipamentos chineses nas nossas redes sem nenhum histórico de problema, e a presença destes fornecedores é grande nas nossas redes. Mas é uma questão que vai além. Não é só a Huawei, há outros fornecedores, como a FiberHome e a ZTE. A FiberHome tem grande presença no mercado de banda larga dos ISPs, mais de 55%, além de haver uma grande base instalada equipamentos de WiFi e roteadores de fornecedores chineses.

"O investimento que teríamos de fazer para desinstalar e refazer tudo não se justifica. Podemos usá-lo para novos investimentos. Não tem sentido se regular o passado", enfatizou.

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