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Cybercrime: 9,1 milhões de ocorrências apenas no 1º semestre

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O Brasil é um dos principais alvos globais em cibercrimes, com 9,1 milhões de ocorrências apenas no 1º semestre deste ano, segundo a Roland Berger. E com o alto volume dessas ações, a cibersegurança se mostra essencial para o pleno funcionamento das organizações, principalmente para aquelas que possuem a área digital como parte de sua estrutura. Por isso, entender quais os setores estão mais vulneráveis e tratar os dados das empresas de forma correta é fundamental.

A necessidade se faz presente porque a segurança da informação é um segmento sensível em negócios de diferentes setores e portes, afinal a ausência de proteção adequada pode colocar em risco a operação, o lucro e a credibilidade das instituições. Isso porque os ciberataques têm sido recorrentes às gigantes do varejo, do setor de saúde e do turismo, o que reforça ainda mais que toda e qualquer gestão de dados está vulnerável a este tipo de ação.

Segundo Gustavo Duani, Diretor de Cibersegurança da Clara net , “um ataque cibernético afeta todos os níveis de uma empresa, prejudicando a reputação da marca e também, em alguns casos, causando a paralisação de serviços e perda de receitas. Hoje as principais ameaças do mundo ocorrem na esfera digital”, ressalta.

O que agrava ainda mais o cenário é que apenas 32% das empresas têm um setor específico para tratar de assuntos relacionados à cibersegurança, de acordo com a pesquisa Barômetro da Segurança Digital. O risco gerado para as instituições afeta também outros setores como educação e vendas, que foram forçados a implantar mudanças em decorrência da pandemia. Além delas, de acordo com uma pesquisa realizada em julho deste ano, pelo grupo Mz, com base em dados levantados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), agência regulada pelo Ministério da Economia, as companhias de energia elétrica lideraram o ranking de ciberataques. Em seguida, está o setor de saúde. Isso ocorre porque essas empresas possuem dados que são valiosos na visão de cibercriminosos.

“Em relação à saúde, por exemplo, atacar um hospital ou uma empresa que administra dados relacionados à área pode ser muito vantajoso para os malfeitores. Todos os dados guardados são atualizados, precisos e contém informações sobre a vida de pessoas. Tudo o que um cibercriminoso quer é uma recompensa para o resgate dessas informações preciosas e isso acontece nos mais variados setores”, explica Duani.

Com este cenário é fundamental que as empresas tenham um sistema de segurança cibernético complexo, capaz de identificar possíveis ameaças e ataques de forma rápida, além de oferecer planos de resposta eficientes. O mercado dispõe atualmente de mecanismos que podem ofertar essa eficiência, como a tecnologia avançada de varredura chamada de Security Testing; Penetration testing, uma inteligência capaz de identificar e corrigir pontos vulneráveis de uma estrutura tecnológica, e o Continuous security testing.

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Acontece dias 27 e 28 de outubro da 1ª edição do Cybersecurity Forum, promovido pela TI Inside.  Os painéis vão abordar: Os desafios da segurança para a transformação digital; como garantir o acesso seguro; como gerenciar as aplicações seguras na nuvem; Continuidade de negócios – Governança, Riscos e LGPD; Inteligência Artificial em Segurança Cibernética.

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