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Cisco e Distrito criam movimento CyberTech Brasil para incentivar inovação em cibersegurança

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A Cisco e o Distrito anunciam o Movimento CyberTech Brasil, com o objetivo de incentivar o desenvolvimento do ecossistema de inovação para o setor de segurança cibernética no Brasil. A iniciativa pretende promover a conexão entre empresas, startups, governo, academia e demais organizações para ajudar a construir um Brasil mais digital e mais seguro. Como parte do Movimento, a Cisco lança o primeiro centro de inovação e experiências em segurança cibernética do país, o Cisco Secure CyberHub.

Com o mundo cada vez mais hiperconectado e a aceleração da digitalização das empresas e serviços nos últimos anos, o volume e complexidade das ameaças cibernéticas também têm avançado rapidamente. Uma pesquisa recente da Cisco apontou que 40% das empresas no mundo relataram uma ocorrência relevante de segurança nos dois últimos anos.

Ao entender a relevância e necessidade da segurança cibernética para garantir que as empresas e o governo possam continuar sua jornada de transformação digital, o Movimento CyberTech Brasil pretende contar com a participação e colaboração das principais organizações envolvidas no tema cyber, promovendo ações para a divulgação de conhecimento, capacitação de profissionais e inovação do setor no país.

Como parte da iniciativa, Cisco e Distrito planejam promover uma série de eventos, meetups, hackathons e programas de aceleração de startups focadas em cibersegurança. As empresas pretendem colaborar também na construção do primeiro banco de dados de startups de cibersegurança do país, o CyberTech Digital Hub, além do monitoramento contínuo e produção de conteúdos e relatórios sobre o setor no Brasil.

Esta iniciativa é parte do programa de aceleração digital da Cisco, Brasil Digital e Inclusivo, tendo o Cisco Secure CyberHub como o principal espaço de inovação, experiência e debate em cibersegurança. Localizado dentro das instalações do Distrito Fintech, em São Paulo, o novo centro permitirá a experimentação de cenários complexos de ataque e defesa, trazendo conceitos e tecnologias de segurança cibernética. O espaço reunirá informações em tempo real sobre ataques, resposta a incidentes e soluções tecnológicas para empresas, startups e governo.

O CyberHub reúne três ambientes com recursos audiovisuais para experiência em segurança digital:

– Red Room: dedicado a demonstrar a anatomia de um ataque, explorando suas etapas, e os impactos do roubo de dados ao ransomware e o risco à vida.

– Blue Room: ambiente que simula o funcionamento das defesas, onde se destaca a importância da inteligência, como por exemplo o trabalho do grupo de pesquisas em cibersegurança Cisco Talos e de uma arquitetura integrada que identifica e responde aos ataques no menor tempo possível.

– Sala de Operações de Segurança: ambiente para demonstrações das soluções, análises de malwares e simulações de sala de crise com orquestração de investigações de ameaças e automação das respostas.

O Cisco Secure Cyber Hub também inclui um espaço para startups residentes, interessadas no desenvolvimento de soluções baseadas em tecnologia e API de segurança, Cisco SecureX/DevNet, que viabiliza a integração e cooperação entre soluções Cisco e de parceiros. O novo espaço também ajudará a promover a formação de profissionais em segurança cibernética, complementando os treinamentos já oferecidos pela Cisco Networking Academy.

Além disso, o Cisco Secure CyberHub pretende ser um espaço para discussão e desenvolvimento de projetos para a melhoria da infraestrutura de segurança cibernética das empresas, do governo e de infraestruturas críticas no Brasil.

“Este é um passo de grande importância do programa Cisco Brasil Digital e Inclusivo. Através do CyberTech Brasil e do espaço Secure CyberHub, a Cisco avança no seu objetivo de criar um ecossistema digital mais conectado, inovador, inclusivo e, principalmente, seguro. Temos uma grande confiança na importância e qualidade das inovações geradas a partir deste Movimento”, afirmou Ricardo Mucci, country manager da Cisco do Brasil.

Já Fernando Zamai, líder de Cibersegurança da Cisco do Brasil, ressaltou a importância da criação de um movimento em prol da segurança digital. “Conforme transitamos para uma sociedade ultra conectada, os desafios em cibersegurança se tornam maiores e mais complexos. O movimento CyberTech Brasil e, em especial o Cisco Secure CyberHub, colaboram para disseminar a cultura da cibersegurança preventiva e responsiva, ressaltando as boas práticas e as ferramentas necessárias para proteger empresas, dados e pessoas em um ambiente em que todos estamos sujeitos à ação de criminosos”, afirmou.

“Com uma economia pautada cada vez mais na tecnologia, a questão da cibersegurança tornou-se ainda mais urgente. Como um dos maiores players do ecossistema brasileiro de inovação, o Distrito se sente incumbido a participar desse movimento”, comenta Gustavo Araujo, CEO e founder do Distrito. “Temos auxiliado grandes corporações no caminho pela digitalização e é essencial que façamos isso da maneira mais segura possível”, completa.

Em breve, o Distrito lançará o Inside Cybertech Report, estudo com dados de investimentos de startups deste segmento; o Cybertech Digital Hub, plataforma de dados e conexão de empresas com startups; e o Cybertech Summit, um evento do setor que será realizado em outubro em parceria com a Cisco.

Segurança Cibernética na Cisco

O Brasil Digital e Inclusivo, do qual o CyberTech Brasil faz parte, foi anunciado em 2020 e já lançou diversas iniciativas, incluindo o Programa CiberEducação, que formou 1.000 profissionais em Cibersegurança e que atualmente está em uma nova onda de capacitação com 1.500 estudantes selecionados.

Entre as iniciativas globais de cibersegurança da Cisco se destacam o Cisco Talos, uma das maiores equipes de inteligência sobre ameaças do mundo, responsável pela publicação de estudos e alertas em tempo real de ameaças digitais em todo o planeta. Na América Latina, a Cisco também tem trabalhado para estimular a inovação no setor com o Conselho de Inovação em Cibersegurança, lançado em 2019 em parceria com a Organização dos Estados Americanos (OEA).

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