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Você já pensou em dar poder aos seus colaboradores?

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Apostar na comunicação como recurso de reforço na cultura organizacional pode fazer a diferença no posicionamento da empresa no mercado em que atua. Durante minha trajetória, conheci e conversei com muitos empreendedores e colaboradores de diversas empresas e um tema que sempre era discutido por todos como um dos principais fatores para uma estratégia de sucesso era a importância da comunicação e autonomia no ambiente corporativo. Pensando nisso, resolvi reunir nesse artigo alguns pontos que acredito que sejam importantes para adquirir um melhor desempenho, produtividade no trabalho e também mostrar como e por que as pequenas, médias e grandes empresas devem dar poder de decisão para as pessoas que ajudam a construir seu negócio.

Agilidade, interatividade, mobilidade, capilaridade, engajamento e, claro, mensuração de resultados são fatores que não podem deixar que constar no planejamento de comunicação dos empresários que buscam melhorar a cultura de sua empresa em todos os aspectos.

O engajamento profissional, por exemplo, é um indicador crítico de quão bem-sucedida uma empresa será no mercado, mas para isso, além do trabalho, é importante permitir que o colaborador adeque sua função às suas competências, experiências, forças e também ao que gosta de fazer. De acordo com a Deloitte, empresa especializada em consultoria para formar profissionais, para 98% dos gestores, é preciso melhorar o desenvolvimento de liderança, 95% não estão satisfeitos com seus programas de retenção e engajamento e 92% sentem que é preciso incrementar a gestão da área de RH.

Sua empresa pode focar no colaborador e entregar a ele diversas possibilidades reais de interatividade e maximização de produtividade, por exemplo, utilizar vídeos, adequar experiências digitais e ferramentas utilizadas no dia a dia para o ambiente profissional ou transformar a intranet em algo legal e interessante, são opções que podem motivar os colaboradores a aprender. Acredito que dessa forma, você consegue atingir um maior número de colaboradores e falar uma linguagem próxima à realidade deles.

Tem uma regra do exército americano (U.S. Army), que eu particularmente gosto bastante, e procuro adotar aqui na Samba Tech que é o “Power to the Edges”. Essa teoria consiste na capacidade de atribuir às suas tropas o poder de tomar decisões rápidas, sem a necessidade da aprovação de um superior. Neste caso, os soldados são muito bem treinados, seja para realizar suas atividades rotineiras ou para agir caso se deparem com uma situação inusitada.

Para o mundo dos negócios, esse conceito se refere à capacidade de uma organização sincronizar de forma dinâmica suas ações e ter comando e controle com agilidade sobre todas as informações que se têm em mãos. Ou seja, dar poder para que os funcionários tomem as decisões. A adoção dessa estratégia pode fazer toda a diferença no dia a dia e nos resultados alcançados.

Ao meu ver, as companhias precisam descentralizar o poder e enxergar seus colaboradores como seus aliados, ou seja, dar poder de decisão do estagiário ao diretor. Quando as pessoas que estão na linha de frente da sua empresa têm autonomia e responsabilidade para agir, as oportunidades não são perdidas e isso contribui muito para atingir os resultados e fomentar a inovação.

Para finalizar, o conselho que deixo aqui é que o empreendedor precisa ter um sonho e motivar a equipe a abraçá-lo. Planejar cada passo e calcular onde pretende estar nos próximos anos é essencial para que seu negócio decole e, para isso, vale apostar em talentos internos para que eles possam te ajudar nesse voo. Pense grande e lembre-se: power to the edges.

Gustavo Caetano, CEO da Samba Tech.

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