Lambda3 quer dobrar faturamento e chegar a 20 milhões em 2017

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A Lambda3, empresa de desenvolvimento de software sob medida, comemora o crescimento de 50% de faturamento no ano passado, quando  atingiu faturamento de R$ 10 milhões e entrega de 12 projetos. Para 2017, a perspectiva da empresa é de aumentar para 20 clientes ativos.

Victor Hugo Germano, CMO e dos fundadores da Lambda3, explica que empresa não viu crise nos últimos anos. "Mesmo com a crise, tivemos crescimento médio de 70% nos últimos três anos. Hoje a empresa tem 10 vagas em aberto, que dá uma ideia da demanda do mercado".

Desde o início de sua fundação, em 2010, a companhia já entregou mais de 100 projetos, a maioria clientes do setor financeiro, que buscam redução de custos e a certeza da entrega. "O contexto econômico fez com que as empresas ficassem mais criteriosas na escolha de seus fornecedores, o que nos beneficiou", explica Germano.

Concorrendo com gigantes do mercado, a empresa consegue crescer baseada  no modelo ágil de entrega, garantindo a finalização do projeto dentro do tempo mais reduzido possível, a fim de que o cliente atinja a relação custo-benefício o quanto antes. Em média, dentro de 15 dias o cliente já começa a ter as primeiras atualizações e implementações de software. Vale ressaltar que a maioria dos clientes da Lambda3 são empresas de grande porte, como Santander, Icatu Seguros e Instituto Unibanco.

"Nosso core business está em reduzir a dor na entrega do software. O objetivo é proporcionarmos melhorias logo nas primeiras semanas, já com retorno financeiro. Os principais resultados são obtidos entre 3 e 9 meses", explica o CMO. As apostas para este ano são as especialidades de mobile, nuvem, DevOps e consultoria.

A Lambda3 contabiliza 75 funcionários, com sua meta é dobrar este número até o final de 2017. Até então, o quadro de funcionários vinha crescendo numa média de 30% ao ano. Muito da produtividade da empresa é justificada pela sua gestão não-hierárquica. Outro ponto importante são os diferentes tipos de colaboradores. "A grande diferença está em um ambiente colaborativo que envolve a participação de todas as pessoas, independentemente de suas origens", conclui o executivo.

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