Publicidade
Início Newsletter (TI Inside) Para Assespro, reoneração da folha de pagamento vai comprometer competitividade das empresas...

Para Assespro, reoneração da folha de pagamento vai comprometer competitividade das empresas de TI

0
Publicidade

A Federação das Associações das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro Nacional) e suas diretorias regionais repudiaram a aprovação pelo Senado do projeto de lei da Câmara (PLC) 57/2015, que reviu a política de desoneração da folha de pagamentos e aumentou as alíquotas contribuição das empresas de TI para a Previdência Social incidentes sobre a receita bruta.

Em comunicado divulgado nesta terça-feira, 25, a Assespro diz que em ação conjunta das principais entidades do setor, incluindo entre elas a Abes e Brasscom, foi realizado um grande esforço para que o setor de TI fosse tratado de forma diferenciada, posto que os objetivos fixados pelo governo, quando se estabeleceu a desoneração de folha de pagamento, foram cumpridos na íntegra.

“Durante a última semana, com intermediação do presidente da Fiesp, Paulo Skaf, e outros 55 setores desonerados, estivemos em contato com o vice-presidente da República, os presidentes da Câmara e do Senado. É imperioso dizer que os setores convergiram para uma solução que oferecia a recomposição financeira requerida pelo governo, com uma fórmula de aplicação equânime e linear. No entanto, o governo optou por trabalhar pela manutenção do projeto aprovado na Câmara, que privilegia poucos setores sem uma explicação consistente”, criticou Jeovani Salomão, presidente da Assespro Nacional.

Segundo o dirigente setorial, as lideranças da Assespro se envolveram intensamente ao longo do debate ocorrido no Poder Legislativo, interagindo com dezenas de parlamentares e lideranças partidárias. Mesmo assim, senadores aprovaram na íntegra o texto da Câmara dos Deputados, elevando a contribuição previdenciária das empresas de TI de 2% para 4,5%. “Essa medida compromete a competitividade, ameaça a estruturação que vinha sendo obtida com a desoneração e coloca em risco diversos empregos. Um equívoco”, ressalta.

O texto agora aguarda a sanção da presidente Dilma Rousseff, mas, segundo Salomão, a Assespro, por meio de sua diretoria e principais lideranças, continuará em sua luta para encontrar caminhos e alternativas antes que a lei entre em vigor.

SEM COMENTÁRIOS

Deixe seu comentário

Sair da versão mobile