Ademicon investe em operação omnichannel para alcançar público diversificado

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Tendência no varejo, a integração do atendimento em lojas físicas com o virtual passa a ser adotada pela Ademicon, maior administradora independente de consórcio do Brasil em créditos ativos. A empresa acaba de lançar seu e-commerce (ademicon.online), oferecendo a possibilidade de clientes realizarem compras também em ambiente virtual. A novidade é anunciada em paralelo ao projeto de expansão nacional da marca, que realizou recentemente mais uma megainauguração de lojas físicas.

A plataforma disponibiliza todo o portfólio de consórcios da empresa: imóveis, veículos (leves e pesados) e serviços, com créditos de R$ 34 mil a R$ 1 milhão. O projeto, que foi desenvolvido internamente ao longo de um ano pela Ademicon, oferece ao cliente uma jornada de compra similar à que acontece nas lojas físicas da marca. Ao mesmo tempo em que atende à parcela de consumidores que prefere o atendimento virtual, o e-commerce também valoriza os mais de 1.800 consultores de venda da marca em todo o país.

"Nós acreditamos muito no conceito 'figital', ou seja, na combinação do atendimento físico com o digital, para que o cliente tenha a uma experiência omnichannel. Agora temos um e-commerce, mas não perdemos a força das nossas lojas, que hoje estão em todas as regiões do país. A Ademicon já é referência no mercado de consórcios e queremos ser o principal player nesse segmento de vendas online também", afirma Tatiana Schuchovsky Reichmann, CEO da Ademicon.

O atendimento consultivo sempre foi um dos diferenciais da empresa. No ambiente virtual, o cliente é lembrado a todo momento que os consultores da marca estão disponíveis para atendê-lo, caso queira ou precise. Depois de finalizada a compra, por um sistema de geolocalização, a Ademicon encontra a loja mais próxima do cliente e um vendedor realiza o pós-venda, recebendo integralmente a comissão da operação realizada no e-commerce. "Com isso nós estamos dando atenção a duas de nossas forças: o cliente final, que vai ter uma consultoria personalizada de uma pessoa física, caso ele queira, e o consultor, que é remunerado para exercer bem esse papel", afirma Claudio Sanches, head de Tecnologia e Aceleração de Vendas da Ademicon.

Para a escolha da plataforma, o potencial do mercado foi detectado em pesquisas e testes realizados ao longo do período de desenvolvimento. "Acreditamos que, no mercado atual, em pelo menos 8% das vendas de consórcio, o cliente tem preferência por realizá-la de maneira online", afirma Sanches.

Expansão física

Ao mesmo tempo em que começa a operar o e-commerce, a Ademicon anuncia este mês a abertura de oito unidades de negócio em sete cidades. Com as inaugurações, a empresa passa a contar com uma rede de 140 unidades de negócios, consolidando sua presença em estados onde já atua e chegando a dois novos mercados: Alagoas e Rio Grande do Norte. São Paulo, um dos estados mais fortes para o setor de consórcio, recebeu mais duas lojas da Ademicon na capital. A marca também reforça sua presença no Rio de Janeiro, Mato Grosso e Paraná.

Esta foi a segunda megainauguração da Ademicon este ano, a primeira aconteceu em março com a abertura de 13 unidades. "Nosso objetivo é chegar a mais de 160 unidades no Brasil até o final de 2022, levando o consórcio para outras cidades do país e fortalecendo a marca, que possui 30 anos de experiência no mercado", afirma Alexandre Blasi, diretor de Marketing, Rede e Expansão da Ademicon.

O modelo de licenciamento, adotado desde 2016, imprimiu um forte ritmo ao projeto de expansão da rede de lojas da empresa. O aumento constante da capilaridade vem ao encontro do crescimento nas vendas. No ano passado, a empresa alcançou a marca de R$ 8,2 bilhões em créditos comercializados, um crescimento de 42% em relação a 2020 e um recorde para a administradora. Os resultados positivos estão se mantendo em 2022. No primeiro quadrimestre deste ano, a empresa comercializou R$ 3,1 bilhões em créditos, valor 30,4% superior ao registrado no mesmo período de 2021. A meta é chegar aos R$ 10 bilhões?em créditos comercializados até o final do ano.

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