Grupo Walt Disney também estaria estudando fazer oferta de compra ao Twitter

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O grupo de entretenimento Walt Disney surgiu como outro interessado na compra do Twitter, segundo o The Wall Street Journal, citando pessoas familiarizadas com o assunto. As mesmas fontes já haviam informado que a rede de microblogs, hoje com valor de mercado de cerca de US$ 20 bilhões, também tem mantido conversações preliminares com Salesforce.com, fornecedora de soluções de gestão de relacionamento com o cliente (CRM) em nuvem, e o Google.

Os rumores sobre as negociações para aquisição do Twitter têm sido alimentados por causa do lento crescimento do número de usuários e da receita da rede social, bem como em razão da rotatividade constante entre os executivos seniores e uma falta de plano de negócios como o de concorrentes como Facebook.

As ações do Twitter subiram 3,3%, para US$ 23,37, na segunda-feira, 26, depois de já ter registrado alta de 21% na sexta-feira, 23, quando a notícia sobre o interesse da Salesforce veio à tona. As ações da Disney, no entanto, caíram 1,4%, para US$ 91,96, na segunda-feira.

A aquisição do Twitter seria o maior negócio da tecnologia da Disney que, em 2009, entrou no capital do portal de distribuição vídeos Hulu.com.

O lançamento no ano passado do produto chamado Moments, que marcou a entrada do Twitter no segmento de streaming de eventos esportivos online, entregas de prêmios de entretenimento, notícias de última hora ou simples memes culturais, pode ter atraído a atenção da Disney.

Em agosto, a Disney, que tem sede em Burbank, na Califórnia, anunciou que estava gastando US$ 1 bilhão para obter participação de 33% na BAMTech, empresa de streaming de mídia criada pela Major League Baseball que o Twitter está usando para a transmissão de eventos esportivo.

A Disney, que já é dona do canal de esportes ESPN, poderia ver os esforços do Twitter em ter forte presença em programações esportivas como um potencial rival, segundo analistas. No caso de uma aquisição bem-sucedida, no entanto, poderia ser uma fonte de tecnologia e beneficiar a ESPN, já que o número de assinantes de TV a cabo nos EUA vem caindo significativamente nos últimos tempos.

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