Vendas de software da SAP no Brasil crescem 33% em 2013

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Após divulgar na semana passada que encerrou 2013 com expansão de 18% no lucro líquido e aumento de 4% na receita, em comparação a 2012, a SAP revelou nesta terça-feira, 28, que o ano passado também foi positivo para sua subsidiária brasileira. Embora não revele cifras regionais, a receita obtida com a venda de software cresceu 33% no país no período, contra expansão de 21% no ano anterior.

O crescimento das vendas de software da SAP Brasil foi impulsionado pelo portfólio de soluções de inovação, que inclui aplicações de mobilidade, computação em nuvem, banco de dados e computação em memória (SAP Hana) e análise de dados. Em 2013, a companhia elevou em 38% a receita com a venda de software nesta categoria. Os destaques de inovação no ano foram mobilidade, com expansão de 96% de receita, e banco de dados, que teve seu desempenho de vendas elevado em 41%.

Já as vendas de soluções de gestão empresarial (ERP), cresceram 19%. O destaque nesta categoria foi a receita da comercialização de sistemas para áreas de negócios das organizações, que somou 32% de aumento, em comparação com 2012. Nesse portfólio estão softwares para gestão de recursos humanos, compras, cadeia de suprimentos (supply chain), gestão de relacionamento com o cliente (CRM), entre outros.

O balanço anual também aponta que a SAP Brasil continua conquistando mercado no segmento de pequenas e médias empresas (PMEs). As vendas indiretas aumentaram 54%, sendo esta modalidade responsável por 32% do montante de vendas no ano. Ao final de 2013, a companhia contabilizou que mais de 60% do total da base de clientes no país é composta por PMEs.

Com relação aos 25 setores da indústria em que a SAP atua, a empresa obteve melhores desempenhos nos segmentos de bancos (+145%), Utilities (+98%), indústria de maquinários e componentes (+83%) e varejo (+62%).

Para continuar crescendo neste ano, um dos focos da subsidiária será aumentar a oferta das soluções baseadas em nuvem, de acordo com a presidente da SAP Brasil, Cristina Palmaka. "Vamos dar ênfase a uma abordagem comercial voltada para as áreas de negócios nas organizações, como RH, finanças, compras, vendas, entre outras", destaca a executiva.

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