Vigzul aposta em solução nacional integrada para ganhar mercado de vigilância

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A Vigzul, empresa de vigilância eletrônica criada em setembro pelos irmãos Mark e David Neeleman, também fundadores da Linhas Aéreas Azul, utiliza um sistema nacional para monitorar empresas e residências, D-Guard Center, sistema de monitoramento de imagens da Seventh, que é integrado ao ERP e ao sistema de alarme utilizado pela Vigzul.

O D-Guard Center possibilita o monitoramento de imagens e alarmes em uma única interface, integrando relatórios gerados a partir de ambos. Prioriza, ainda, a gravação de imagens a partir do recebimento de eventos de avisos sonoros e a geração de alarmes a partir de eventos de câmeras, entre outras funcionalidades. Com isso, há economia em infraestrutura e em deslocamentos desnecessários, além de uma maior agilidade na tomada de decisões.

Mesmo com uma gama de softwares internacionais à disposição, a empresa optou por utilizar tecnologia 100% nacional. "É exatamente por conta desta 'tropicalidade' do sistema que escolhemos utilizá-lo. A solução é voltada às peculiaridades do consumidor brasileiro, além de passível de customização e com suporte bastante próximo", comenta Pedro Luiz Melito, gerente de TI e Operações da Vigzul. "Otimizar informações, inserir novos clientes, emitir ordem de serviços, tudo de maneira integrada, simplifica muito as nossas operações", garante.

É bastante relevante operar com facilidade os sistemas, já que a Vigzul tem a intenção de operar em 12 mil estabelecimentos até o fim de 2014. A aposta é em clientes finais da classe C, que não tinham acesso a esse tipo de sistema em suas residências ou pequenos varejos – a mesma estratégia utilizada na aviação pela Azul Linhas Aéreas. "A classe C também demanda segurança e não havia projetos de empresas de vigilância acessíveis a esses clientes. É nesse nicho que a Vigzul está focada". sustenta Melito. "Queremos estar presentes em 35 grandes cidades brasileiras com mais de 400 mil habitantes, iniciando na região de Campinas, em São Paulo", aponta Melito.

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