Intenção de investimento em mobilidade cresce entre as empresas brasileiras

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A mobilidade está na agenda da maioria das empresas neste ano, de acordo com pesquisa realizada pela Pagtel, empresa brasileira especializada em pagamentos móveis. Segundo o levantamento, 82% dos entrevistados disseram que suas empresas irão aumentar os investimentos em tecnologias móveis, sendo que 41% pretendem investir mais de R$ 500 mil em projetos nessa área ainda neste ano.

O estudo mostra que 2013 foi um ano em que o setor se desenvolveu rapidamente, com o surgimento de startups, popularização de tecnologias e a criação de produtos por grandes companhias, com destaque para bancos, administradoras de cartões de crédito e operadoras de telefonia. O avanço pôde ser percebido também na movimentação interna nas empresas, tanto que 56% dos entrevistados afirmam que suas companhias já dispõem de áreas exclusivamente dedicadas à mobilidade.

Outra área na qual os executivos citam como alvo de investimentos de suas empresas é a de pagamentos móveis. Para 51% dos entrevistados o mobile payment é uma das tecnologias mais promissoras, seguida por mobile commerce, apontada por 30% dos consultados, e aplicativos para smartphones, indicados por 29%.

Apesar do cenário promissor, o estudo mostra que ainda existem barreiras a serem vencidas, como, por exemplo, a falta de hábito do consumidor (37%), segurança nas transações (24%) e falta de regulamentação no mercado (19%). "O mercado como um todo vem investindo pesadamente para que no prazo de cinco anos os pagamentos móveis sejam uma prática mais popularizada. Existem barreiras, mas o mercado vai derrubá-las. O consumidor é que dita as regras, e o mercado terá que se adaptar", afirma Felipe Lessa, diretor de marketing e produto da Pagtel.

Em relação às tecnologias de pagamento móvel, os influenciadores acreditam que as mais promissoras são a NFC (Near Field Communication), de comunicação por proximidade, apontada por 38% dos entrevistados, vendas in-app (por meio de aplicativos móveis), citada por 37%, e por meio de SMS, indicado por 21% dos consultados.

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