Para se alinhar ao metaverso, Facebook muda nome de controlador para Meta

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Durante a conferência de realidade virtual Facebook Connect, Mark Zuckerberg, CEO do Facebook Inc., anunciou que a empresa mudará o nome para "Meta" – uma holding que controlará as redes sociais da gigante de tecnologia. A nova alcunha é referência a "metaverso'" tecnologia de realidade virtual que se tornou uma grande aposta da big tech para revolucionar a internet.
O aplicativo do Facebook usado por quase 3 bilhões de pessoas em todo o mundo a cada mês manterá seu nome. Um movimento igual ao Gooogle, ao criar a holding Alphabet.
O metaverso seria um conjunto de espaços virtuais em que usuários poderiam explorar, por meio de avatares e realidade virtual, uma espécie de universo digital.
O fundador do Facebook diz que o metaverso é a próxima grande plataforma de computação para a qual a atenção das pessoas – e os dólares – mudará nos próximos anos. E ele quer que o recém-batizado Meta desempenhe um papel primordial em criá-lo e transformá-lo em um grande negócio.
"Construir nossos aplicativos de mídia social sempre será um foco importante para nós. Mas agora, nossa marca está tão intimamente ligada a um produto que não pode representar tudo o que estamos fazendo hoje, muito menos no futuro", Zuckerberg disse.

Então, o que é o metaverso, afinal?

Zuckerberg anunciou o novo nome, Meta, em uma apresentação de vídeo chamativa que serviu como um explicador sobre o metaverso, um conceito futurístico e vagamente definido que se tornou um chavão do Vale do Silício nos últimos anos.

Demonstrou muitas dessas experiências no vídeo habilmente produzido de quinta-feira, mostrando Zuckerberg pilotando um hidrofólio elétrico de realidade virtual (em uma homenagem a seu hobby na vida real, cercando com um holograma e caminhando por uma renderização 3D de seu "espaço doméstico". 

As ações do Facebook também mudarão de ticker a partir de 1º de dezembro, do atual 'FB' (Nasdaq) para 'MVRS'. Após o anúncio feito por Zuckerberg, os papéis chegaram a atingir 4,25% de alta, aos US$ 325,52. Na B3, os BDRs (FBOK34) deram um salto de 4,9%, aos R$ 65,16, na máxima do dia.

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