Como uma plataforma de Cloud Data Management apoia a sua estratégia de Segurança da Informação

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Os ataques cibernéticos contra empresas de todos os portes e segmentos vem crescendo em volume e sofisticação no mundo todo. No Brasil, a situação não é diferente. Segundo dados divulgados pelo portal Statista, o país é o mais atacado da América Latina, sofrendo 55.97% dos cibercrimes, enquanto o México, em segundo lugar, com 27.86%. Por essa razão, é vital que as organizações se conscientizem da importância de terem uma estratégia de cibersegurança e proteção de dados robusta.

Outubro foi eleito o mês para que as empresas organizassem iniciativas de conscientização sobre o tema ao redor do mundo. Felizmente, o assunto vem ganhando a relevância que precisa, embora seja hora do mercado entender que investir apenas em soluções específicas de segurança não é garantia de proteção. É preciso considerar o contexto todo, incluindo outras tecnologias que apoiam a estratégia de SI, como uma plataforma de Cloud Data Management, e a educação, certamente.

É óbvio que as soluções de Segurança são fundamentais. Não é à toa que os investimentos globais em tecnologias desse tipo vêm crescendo ano após ano. No entanto, é importante ressaltar que, essas soluções visam conter os ataques, dificultar ao máximo que os cibercriminosos adentrem as organizações. Mas e quando elas falham? Se tem algo que já aprendemos, e virou até um clichê no mercado, é que o fato de uma empresa ser atacada não é uma questão de "se", mas de "quando". Ou seja, quando cibercriminosos conseguirem driblar todas as defesas, quem vai apoiá-lo?

Por isso que uma tecnologia de Cloud Data Management, por exemplo, vem a ser um reforço fundamental para a estratégia de Segurança corporativa. Será ela a responsável por manter o negócio operando, enquanto os especialistas lidam com o ciberataque em si. É essa plataforma que permitirá aos gestores acessarem seus dados ou as cargas de trabalho na nuvem (seja ela qual for), com a velocidade que o business precisa, independentemente de onde estejam, para continuarem produzindo.

É essa plataforma que traz mais agilidade e proteção aos dados quando bem associada a recursos de backup e Disaster Recovery, em caso de incidente. Em um cenário de ameaças virtuais capaz de paralisar negócios, a regra clássica do 3-2-1 continua sendo uma orientação primordial, especialmente em tempos de ransomware. Ela recomenda que é preciso haver, pelo menos, três cópias de dados importantes, em pelo menos dois tipos diferentes de mídia, sendo que ao menos uma dessas cópias fique fora do local. A melhor parte é que essa regra não exige nenhum tipo específico de hardware e é versátil o suficiente para lidar com quase todos os cenários de falha

Importante ressaltar ainda que a preocupação com a Segurança da Informação não pode ocorrer apenas em datas específicas. Com os dados sendo o principal ativo das companhias, é imprescindível que as empresas preparem seus colaboradores diariamente por meio de educação e treinamentos, até que se torne parte da cultura da organização. A tecnologia tem um papel relevante, mas o cuidado com os dados será sempre uma obrigação de todos.

Elder Jascolka, country manager Brasil da Veeam Software.

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