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Consumidoras: menos de 50% delas adotam medidas preventivas durante a compra online

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A maioria das consumidoras brasileiras ainda não está atenta à prevenção contra fraudes no mundo virtual, apesar de 85% delas afirmarem se preocupar com o tema segurança. Um dos pontos que chamam a atenção no recorte de estudo da Visa ‘Back to business – Edição Mulheres’, realizado com consumidoras em nove países, incluindo o Brasil. Os dados apontam que, mesmo com o aumento de compras no e-commerce, muitas dessas mulheres ainda não se preocupam em relação ao uso de suas informações pessoais ou evitam cair em golpes online.

Menos da metade das consumidoras participantes da pesquisa realmente adotou medidas para se prevenir, com destaque para algumas dessas ações afirmadas por elas:

  • Atualização do sistema de segurança dos seus dispositivos (42%);
  • Variação de senhas em diferentes sites ou uso de sistema de gestão de senhas (38%);
  • Atenção redobrada nas transações e atividades suspeitas (37%);
  • Ativação para recebimento de alertas de compras no celular (32%);
  • Alteração de senhas virtuais com regularidade (31%);
  • Checagem proativa da segurança da url dos sites que acessam (27%);
  • Seleção das lojas que efetuam compras online (26%);
  • Habilitação do modo duplo de autenticação de seus dispositivos (12%)

Do total dessas brasileiras, apenas 3% responderam não ter feito nenhuma compra online próxima ao período da análise, em novembro de 2020, e 12% sinalizaram não adotar nenhuma medida de segurança. O estudo mostra ainda que, quando questionadas sobre suas responsabilidades ao cair em um golpe cibernético, somente 16% delas se assumem culpadas por se envolver em algum tipo de fraude.

A pesquisa também ouviu empreendedoras de PMEs e identificou que 43% delas consideram que o investimento em softwares de gerenciamento de segurança contra fraudes em seus sites seja necessário para atender às expectativas do consumidor de hoje. Para 70% delas, questões como fraude podem preocupar seus clientes, o que têm sido um obstáculo para que implementem uma nova comunicação para vender seus produtos ou serviços. Para elas, por receio de seus clientes, é desafiador implantar:

  • Anúncios em redes sociais (44%);
  • Email marketing (37%);
  • Ofertas gratuitas (33%);
  • Ofertas de referência para clientes atuais (23%);
  • Eventos virtuais (19%)

Os dados coletados pela Visa reforçam a importância da adoção de medidas de vigilância constante, tanto por parte das pessoas, quanto pelas empresas, que precisam adotar cada vez mais sistemas de segurança e gerenciamento de risco no e-commerce, por exemplo, tudo isso buscando que os dados transacionados entre consumidores e e-commerces estejam seguros e confiáveis, o que também pode melhorar as experiências de compra de seus clientes.

“A maioria dos grandes marketplaces, aplicativos e e-commerces já contam com soluções que buscam a segurança das compras online, mas é importante sempre manter-se atualizado. Soluções como a tokenização, o protocolo de autenticação online EMV 3DS, entre outras, são essenciais. O 3DS, por exemplo, auxilia na identificação dessas transações e contribui com a popularização do débito em transações online, o que traz benefícios para além da segurança, mais inclusão digital e financeira de muitos que ainda não podiam fazer suas compras no ambiente virtual”, explica Adriana Umeda, diretora executiva de Risco da Visa.

Apesar dessas soluções que aumentam a segurança digital para as compras online e do movimento de toda a indústria para estar sempre atualizada, a Visa reforça que os consumidores têm papel importante para garantir a segurança de seus dados. “Para contribuir com a conscientização e aumentar a segurança contra fraudes e ameaças cada vez mais engenhosas que permeiam o mundo virtual, algumas dicas simples podem ajudar consumidores a se proteger sempre que precisarem comprar online: quanto mais complexa a senha e com mais caracteres diferentes entre si, melhor. Vale variar as senhas entre sites cadastrados e sempre checar se o ambiente virtual é seguro. Nunca compartilhe seus dados pessoais com terceiros e dê preferência ao e-commerce com sistemas modernos de segurança, que possuam selos específicos, certificando-se de que eles protegerão ainda mais seus dados”, completa Adriana.

O estudo ainda indica que 60% das brasileiras estavam realizando compras no e-commerce quando foram entrevistadas, em novembro de 2020, mas também mostra que mais da metade voltaria a comprar presencialmente assim que possível. Ainda que a maioria das consumidoras não esteja realmente atenta às medidas preventivas no ambiente virtual, elas tendem a ser bastante exigentes quanto à segurança no mundo físico. Para elas, os estabelecimentos comerciais devem ser rigorosos quanto ao uso de máscaras faciais, equipamento considerado muito importante para 74% das participantes da pesquisa, assim como esperam poder desinfetar os carrinhos do mercado usados no momento da compra (72%), devem exigir limites de capacidade para manter o distanciamento social dentro dos comércios (67%), assim como a limpeza dos caixas após a saída de outro cliente (63%). Desta forma, manifestaram se sentir mais seguras para comprar pessoalmente com a chegada da vacina.

Metodologia Visa Back to Business – Edição Mulheres 2021

O estudo foi conduzido por Wakefield Research entre 2.250 proprietários de pequenas e médias empresas com até 100 funcionários nos EUA, Alemanha, Canadá, Irlanda, Hong Kong, Cingapura, Brasil, Rússia e Emirados Árabes Unidos, e entre 1.000 adultos com 18 anos ou mais nos EUA e 500 adultos com 18 anos ou mais nos outros oito países mencionados, entre 13 e 25 de novembro de 2020, por e-mail e uma pesquisa online. Os dados foram recortados, trazendo um olhar do ponto de vista das empreendedoras e consumidoras que participaram da análise.

 

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