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Baixa renda é desafio para switch-off em 2017, diz EAD

Postado em: 30/08/2016, às 18:13 por André Mermelstein

Antonio Carlos Martelleto (foto), presidente da EAD, a entidade responsável pela operação do desligamento do sinal analógico de TV (switch-off), fez um balanço das ações da empresa, do primeiro desligamento feito no país, em Rio Verde (GO) e dos desafios futuros. Ele falou em painel sobre o switch-off no congresso SET 2016 nesta terça, 30.

Ele lembra que no evento do ano passado apresentou um cronograma que previa que em 2016 seriam desligados 15 milhões de domicílios. "Fomos muito otimistas", diz. O cronograma foi revisto e um novo decreto foi publicado ontem (leia aqui).

Martelleto conta que neste período, e com a experiência de Rio Verde, a entidade avançou no entendimento das suas atribuições e sua estruturação. "Montamos uma estrutura do zero. Tivemos até que mudar o nome, porque éramos confundidos com Ensino a Distancia ou Escola de Arte Dramática", brinca. Assim, a EAD criou a identidade Seja Digital, como é conhecida a empresa agora. A campanha de esclarecimento da população leva esta marca e tem como referência o site www.sejadigital.com.br. "Criamos também uma segunda identidade, para a mitigação dos problemas de interferência, a www.tvperfeita.com.br. Será usada num segundo momento após a digitalização, e também nas cidades onde não haverá desligamento, e portanto não precisam do site de migração para o digital", conta.

Como principal desafio para 2017 o executivo aponta o fato de grande parte de domicílios de baixa renda não serem atendidos por programas sociais. Segundo ele, na primeira fase do switch-off, em 2016, serão atingidos dois clusters (Rio Verde e Brasília e arredores), que somam 11 cidades e 4 milhões de habitantes. Nesta região, 29% dos domicílios são cadastrados em programas sociais e 59% são de classes A, B e C1, portanto com poder aquisitivo para as TVs digitais ou os set-top boxes.

Já em 2017, serão atendidos 15 clusters, com 356 cidades e 71 milhões de habitantes, pegando cidades como São Paulo, Goiânia, Belo Horizonte, Fortaleza, Campinas, Ribeirão Preto e outras. Nestas cidades, a proporção de beneficiários de programas sociais é de 28%, e de classes A/B/C1 de 52%, enquanto 20% dos domicílios não estão em nenhuma das duas situações, ou seja, não têm poder aquisitivo e não receberão o set-top gratuitamente.

 

 

 

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