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Você sabe qual é a diferença entre certificação e identidade digital?

Postado em: 09/10/2019, às 10:23 por João Paulo Costa Pereira

Que o mundo digital revolucionou a rotina e a produtividade das empresas, isso todo mundo já sabe, mas por que muitas organizações ainda não se sentem seguras em fazer transações online? Investir em tecnologia significa também se reinventar e estar preparado para enfrentar a concorrência. Para se ter uma ideia, a IDC estima que até 2020 a quantidade de dados aumentará 10 vezes, em relação ao ano de 2010.

Uma das ferramentas que auxiliam agilizar processos é a certificação digital, que é uma espécie de "RG Digital". Muitas pessoas ainda confundem o termo com a assinatura digital, que é um mecanismo usado para verificar se um documento, mensagem ou transação digital é verídico e autêntico, ou seja, se a informação foi gerada pelo signatário e não teve alterações.  

Sintetizando, a diferença é que certificados digitais são usados para verificar a confiabilidade de uma pessoa, enquanto as assinaturas digitais são usadas para autenticar a segurança dos dados enviados.

Com a certificação digital, é possível reduzir custos, garantir a segurança jurídica e a confidencialidade dos dados, já que é utilizada para documentos, contratos e tem a mesma validade legal do que um documento em papel.

O certificado digital veio trazer mais celeridade também em relação a fechamentos de negócios fora dos estados e até mesmo em outros países. Pessoas que precisam fazer negócios e assinar contratos fora do seu domicílio, por exemplo, podem utilizar a assinatura digital para realizar este procedimento com rapidez e segurança.

No Brasil, o setor responsável em viabilizar a emissão de certificados digitais é a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira, a ICP Brasil, ou Sistema Nacional de Certificação digital. Essa infraestrutura é composta por um conjunto de práticas, procedimentos e técnicas que serve para suportar um sistema criptográfico baseado em certificados digitais, que consegue assegurar autenticidade do documento.

O modelo adotado no Brasil para a infraestrutura de chaves públicas é chamado de certificação com raiz única, em que existe uma Autoridade Certificadora Raiz (AC-Raiz).  Além de desempenhar esse papel, a AC-Raiz credencia os demais participantes da cadeia, além de supervisionar e auditar os processos.

Além disso, utilizar a certificação digital traz benefícios para a segurança corporativa, pois o documento on-line contém informações que podem identificar desde a autoridade emissora e os dados da pessoa física ou jurídica.  Ter processos eletrônicos diminui gastos com impressão de documentos, transporte e até armazenamento de documentos.

João Paulo Costa Pereira, vice-presidente da Solo Network.

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