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Morpho apresenta solução bancária de identificação biométrica para tablets

Postado em: 22/11/2013, às 11:40 por Fernando Paiva, da MobileTime

O uso de dispositivos móveis, como tablets e smartphones, para identificação e autenticação biométrica de digitais vai se tornar cada vez mais comum, principalmente depois que a Apple incluiu essa funcionalidade em seu novo modelo de iPhone. Uma novidade nessa área foi apresentada esta semana em Paris na Cartes, uma das maiores feiras internacionais sobre a indústria de cartões inteligentes: trata-se de uma solução bancária de identificação biométrica criada pela Morpho. Seu objetivo é permitir que bancos coletem as digitais de seus clientes em qualquer lugar, a partir de tablets corporativos. Isso facilitaria a abertura remota de contas, sem a necessidade de o cliente se deslocar até a agência, explica Luis Roncato, vice-presidente de convergência e soluções da Morpho.

Na Cartes, a companhia apresentou dois acessórios que podem dotar tablets Android e Windows da capacidade de realizar identificação biométrica: uma capa e um equipamento para ser acoplado por cabo. A capa em exibição foi desenvolvida sob medida para um tablet Windows da Lenovo. A ideia seria fabricar unidades customizadas sob demanda de bancos, explica o executivo.

É importante ressaltar que há uma diferença entre identificação e autenticação biométrica. A primeira se refere ao cadastro dos dados biométricos de uma pessoa. Para isso, é importante que a qualidade de captação seja alta. A autenticação, por sua vez, é o processo de comparação entre uma digital e os dados cadastrados. Neste caso, a leitora não precisa necessariamente ter o mesmo grau de precisão do equipamento que fez a identificação. Segundo Roncato, a solução da Morpho atende aos rigorosos critérios do sistema bancário, sendo mais precisa que aqueles disponíveis em smartphones para consumidores finais.

Vale lembrar que há também duas formas de autenticação: a ótica e a capacitiva. A primeira tira uma fotografia da digital do usuário e compara com o cadastro, mas pode ser enganada por formas de silicone, por exemplo. A capacitiva, além da fotografia, testa a resistência do tecido, identificando tentativas de fraude.

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