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O que gestores precisam saber sobre Integração de Sistemas e Dados?

Postado em: 04/02/2019, às 18:22 por Diogo Lupinari

Montar um negócio hoje em dia exige cada vez mais análise de pesquisas, criação de estratégias eficientes, acompanhamentos de métricas, além de um posicionamento claro em seu mercado de atuação. Fazer isso não é fácil, mas nesse ponto a tecnologia auxilia muito disponibilizando diversas ferramentas e aplicações especializadas em cada etapa desses processos, gerando dados valiosos para o negócio. O problema é que nem sempre estas aplicações estão interligadas e, com isso, os dados não conversam entre si, fazendo com que os gestores tenham dificuldade em obter uma visão centralizada de sua empresa.

A solução para esse tipo de problema está na Integração de Sistemas e Dados, que é capaz de integrar as informações de muitos sistemas como ERP, CRM, plataforma de e-commerce, marketplaces e demais ferramentas operacionais ou de gestão. Confira o que os gestores precisam saber sobre integração de sistemas para otimizar a atuação de suas companhias.

1. Benefícios para a empresa

A principal vantagem da integração de sistemas é assegurar que os dados trafeguem de forma automática pelos diferentes sistemas da empresa com exatidão, sem que sejam necessárias ações manuais, trazendo segurança, velocidade e redução de headcount para os processos de cadastro e atualização de dados na sua companhia.

2. Desafios não-técnicos da integração de sistemas

O maior desafio é justamente alinhar as expectativas do time de negócios e as necessidades do time de TI. Na maioria dos casos, a organização adota várias ferramentas diferentes, de fabricantes distintos, com estruturas de dados diversas e, quando percebe, há uma desordem geral. Dessa maneira, é preciso principalmente determinar quais dados e soluções serão integrados. É aqui que surgem os principais entraves e em muitos casos, o problema é mais cultural do que estrutural.

3. Primeiros (e importantes) passos no processo de integração

O processo de integração começa com um bom desenho a respeito das integrações que serão implementadas, deixando claro quais sistemas serão integrados, entendendo suas particularidades técnicas, como por exemplo, o protocolo de comunicação disponibilizado pelo sistema (API, Webservice, Arquivo Texto ou outro formato), o que será automatizado, e também a estrutura de dados que será compartilhada nesta malha de sistemas, identificando quais transformações devem ser consideradas para que o sistema A possa receber e entender corretamente os dados enviados pelo sistema B.

Recomendamos que apenas após esse entendimento do ecossistema de soluções, processos e dados que farão parte do processo de integração, se inicie o trabalho de ativar as integrações de fato.

4. Segurança

Ao integrar os sistemas à nuvem, a comunicação ganha mais agilidade, segurança e confiabilidade. Os dados são acessados por meio de ambientes isolados, oferecendo a possibilidade de distribuir as informações de forma automática aos demais usuários. Além disso, há plataformas que apresentam certificados de segurança e criptografia, assegurando a comunicação em canais seguros.

5. O que levar em consideração na hora de escolher uma plataforma de integração?

É importante entender que a plataforma de integração não fará todo trabalho sozinha. É claro que uma parcela muito relevante é feita de forma automática, porém, a gestão da plataforma de integração é feita pelo usuário (cadastro de DE-PARAs, atualização de regras de transformação de dados, e análise de logs de monitoramento das interfaces).

Portanto, preze pelo alinhamento da tecnologia com a estratégia do seu negócio. Avalie como o sistema contribui para o aumento da produtividade e qual retorno pode trazer. Além disso, observe se as soluções já utilizadas pela empresa permitem essa integração – caso contrário, será necessário fazer algumas alterações. Esse mapeamento permite que o procedimento seja ágil e reduza custos. Dessa forma, os gestores têm nas mãos o que é preciso para alavancar seus resultados e crescer.

Diogo Lupinari,  CEO e cofundador da Wevo.

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