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Os wearables vieram para ficar. Você está preparado?

Postado em: 19/02/2015, às 11:51 por Mark O’Neil

Imagine um mundo onde você possa ver seu desempenho de corrida no relógio de pulso, visualizar um mapa por um comando nos seus óculos, ou reunir seus dados de saúde em um chip.

Não é necessário ir muito longe ou pensar que isso só ocorrerá daqui muitos anos, esse mundo já é uma realidade. Grandes empresas do setor, como Apple, Samsung, Google, entre outras, estão investindo fortemente na criação desses novos dispositivos – inovações que estão mudando a forma como vivenciamos nossas experiências e atividades diárias e que buscam, em última instância, facilitar ainda mais nosso dia a dia.

O homem e a tecnologia caminham para um futuro cada vez mais integrado e indissociável com a Internet das Coisas, que prevê a conexão entre os objetos que usamos no nosso dia a dia e a internet. Os chamados wearable devices ("dispositivos vestíveis") ganham força no mercado e, em breve, estaremos enviando nosso perfil de saúde para o médico por meio de nossos relógios de pulso, poupando tempo e sem a necessidade de esperas no consultório.

Os wearables vieram pra ficar e as empresas também já estão se preparando para lidar com suas implicações num futuro não muito distante. Numa organização, os wearables oferecem mais uma forma de acesso à informação e maior capacidade de comunicação, o que pode melhorar as relações com os clientes e aumentar a produtividade dos funcionários, por exemplo. Por isso, esse é o momento ideal para as empresas começarem a experimentar e inovar para estarem na vanguarda das grandes transformações que estão por vir, tornando-se pioneiros e especialistas em seus segmentos.

Estudo realizado pela ISACA (Information Systems Audit and Control Association), realizado em 110 países em 2014, traz dados muito interessantes sobre a expectativa das empresas sobre o uso dos wearables corporativamente: 29% dos respondentes disseram que a Internet das Coisas trouxe ao negócio maior acesso à informação, 41% esperam obter maior eficiência e 40% buscam melhorias de serviços com dispositivos conectados.

Ainda de acordo com o estudo, para 49% dos entrevistados, o maior desafio para as empresas são as ameaças de segurança. Enquanto 25% estão preocupados com questões relacionadas a dados privados, 69% estão muito preocupados com a redução do nível de privacidade pessoal.

Para se preparar para os riscos de segurança e privacidade no ambiente de negócios, as organizações devem contemplar questões como privacidade, identidade e segurança no planejamento estratégico de tecnologia da informação no curto e longo prazos.

É nesse contexto que a gestão API em nível empresarial torna-se fundamental para proteger dados sensíveis, controlar o acesso e apoiar a integração de uma ampla gama de aplicativos baseados na nuvem.

Na prática, isso quer dizer que a organização conseguirá gerenciar os dispositivos conectados, protegê-los de usuários não autorizados e de ameaças externas, além de monitorar a grande quantidade de dados compartilhados, garantindo a segurança necessária.

Isso, também, já é uma realidade no mercado. O seu negócio está pronto para o futuro?

Mark O'Neill, vice-presidente de Inovação da Axway.

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