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Após perdas com Note 7, Samsung investe mais de US$ 1 bi em fábrica de chip nos EUA

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A Samsung Electronics decidiu investir pesadamente na produção de componentes para smartphones, após ter deixado de fabricar definitivamente o Galaxy Note 7 no início do mês passado por causa das várias unidades que pegaram fogo de maneira espontânea por conta de um problema na bateria.

A gigante sul-coreana da tecnologia usa baterias fabricadas por várias companhias, entre elas sua filial Samsung SDI. Mas não quis identificar a fabricante das baterias defeituosas. A expansão da produção de chips visa evitar problemas desse tipo.

Ela anunciou nesta terça-feira, 1°, que vai investir mais de US$ 1 bilhão em sua fábrica de semicondutores em Austin, no Texas. A cifra será aplicada ao longo dos próximos oito meses para aumentar a produção de processadores para smartphones e outros dispositivos. Segundo a Samsung, desde que foi inaugurada em 1997, a fábrica texana já recebeu mais de US$ 16 bilhões em investimentos.

A Samsung, que reportou seu pior lucro operacional no terceiro trimestre, disse na semana passada que gastará mais de 27 trilhões de wons coreanos (o correspondente a US$ 23,65 bilhões) em investimentos neste ano — um recorde — para reforçar suas capacidades nos segmentos de semicondutores e displays para dispositivos móveis.

A decisão não é sem motivo. Ao contrário da unidade de dispositivos móveis, que tem registrado forte desaceleração nas vendas, a divisão de componentes da Samsung continua a ter desempenho brilhante. Ela é considerada uma das líderes na produção de chips de memória flash NAND 3-D, que são amplamente utilizados em computadores e para armazenamento de dados e imagens em telefones celulares e telas de diodo orgânico emissor de luz (OLED), usadas em smartphones e televisores. Ela é também o maior produtor mundial de memória dinâmica de acesso aleatório, ou chips DRAM, em volume.

No terceiro trimestre, a divisão de componentes da Samsung representou 84% do lucro operacional da empresa, a maior proporção desde que lançou seu primeiro smartphone Galaxy S, em 2010. Com agências de notícias internacionais.

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