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Quase 40% das empresas brasileiras querem ser pioneiras na adoção de novas tecnologias

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O Brasil é o país mais propenso a adotar soluções tecnológicas na América Latina, sendo que 35% das empresas brasileiras desejam estar entre as pioneiras no uso de novas tecnologias para suas operações, segundo o Barômetro de Mobilidade, divulgado nesta segunda-feira, 9, pela Motorola Solutions para a América Latina. A pesquisa, elaborada em parceria com a agência de pesquisas TNS Internacional, teve a participação de 375 executivos de TI e negócios da Argentina, Brasil, Colômbia e México.

A porcentagem é reforçada por 32% de companhias que adotam cedo as ferramentas tecnológicas, mas sempre tendo avaliado antes os problemas experimentados por outras corporações que já utilizam alguma das novas soluções. Dessa forma, 23% das empresas brasileiras declararam que somente adotam uma tecnologia quando é indispensável, enquanto apenas 9% delas se negam a implementar, salvo quando é realmente necessário.

Em segundo lugar aparece a Colômbia, onde 17% das empresas estão dispostas a ser as primeiras a adotar as inovações, enquanto 21% delas as adotam rapidamente, mas só depois de verificar os resultados obtidos por seus pares. Em seguida está a Argentina, com 11% de suas empresas engajadas a fazer parte das primeiras organizações que buscam ferramentas tecnológicas, enquanto 22% estão prestes a implementá-las depois de uma minuciosa análise.

O estudo indica ainda que o México é o país da América Latina que mais resiste a implementar novas tecnologias, sendo que 23% das empresas não estão dispostas a implementá-las se não for realmente necessário, enquanto 48% só o faz quando a tecnologia é amplamente aceita por outras empresas.

1 COMENTÁRIO

  1. Prezados, entendo que uma notícia dessas precisa ser analisada com carinho. Senão vejamos. Somos useiros e vezeiros em “embarcarmos” nestas novidades, modernismos, tecnologias, mas na grande maioria isso é apenas como forma de respondermos ao mercado, ou de nos mostrarmos perante o mercado. E o que observamos na maioria esmagadora das vezes são iniciativas superficiais dessas (nessas) adoções. Tipo um modismo… e o que o mercado ou nossos concorrentes ou nossas associações de classe vão pensar de nós se não adotarmos essa novidade tecnológica ?
    E isso podemos observar com o ITIL, com o BPM e com tantas outras sopas de letrinhas.
    E aí me lembro do livrinho do Geoffrey Moore – Crossing the Chasm – que com muita visão e felicidade aborda a questão e comportamento da adoção de novas tecnologias. E,logo após os inovadores e visionários, abre-se um abismo e muitos – a grande maioria – não embarca na tal canoa.
    Enfim, vamos aguardar para ver e sentir os resultados dessa tendência ou aparente febre e desejo.
    Rui Natal

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