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Funcionário sugere investigação sobre verba para software

Postado em: 28/06/2007, às 21:48 por Redação

O funcionário do Instituto de Controle do Espaço Aéreo (Icea) Vinícius Lanzoni Gomes afirmou que cabe aos deputados investigar o quanto já foi investido na produção de um sistema de controle de fluxo de tráfego aéreo (ATFM, na sigla em inglês) desde 1999. Em depoimento nesta quinta-feira (28/6) na CPI da Crise Aérea, ele afirmou que a versão dos softwares de controle feitos pela empresa ATech não cobre todo o território nacional. Segundo ele, a empresa não tem concorrentes e, por isso, não há preocupação com a qualidade.

Em seu depoimento, Gomes relatou que o problema do fluxo aéreo brasileiro começou a ser discutido em 1995 por causa de fatores como o excesso de aviões no aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Nessa época, segundo ele, foi formada uma equipe de profissionais a serviço da Aeronáutica para produzir softwares destinados ao sistema de controle de tráfego aéreo.

Essa equipe, ainda de acordo com Gomes, estabeleceu um cronograma para que, em 2004, quatro diferentes softwares de gerenciamento do ATFM fossem integrados com os sistemas norte-americano e europeu. A equipe havia elaborado o primeiro software (subsistema de análise de situação) quando o projeto foi cancelado. O desenvolvimento do ATFM, então, foi transferido para a empresa ATech, que já tinha sido responsável pelo desenvolvimento do Sistema de Vigilância da Amazônia (Sivam).

De acordo com ele, seriam necessários investimentos de R$ 12,5 milhões (cerca de US$ 7 milhões) para que a equipe da Aeronáutica desenvolvesse todo o projeto entre 2000 e 2004. Para a ATech, no entanto, somente o investimento inicial foi de US$ 3,15 milhões (R$ 6,3 milhões). A empresa só desenvolveu uma versão do primeiro software previsto, que já tinha sido elaborado pelo grupo de trabalho da Força Aérea. Os outros três sistemas não foram concluídos.

O funcionário do Icea avaliou que a crise no tráfego aéreo foi causada por "incompetência administrativa, má gestão de recursos públicos, falta de visão estratégica e de planejamento de longo prazo".

Com informações da Agência Câmara.

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