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Terceirização de serviços de TI para Big Data

Postado em: 13/01/2015, às 12:02 por Gustavo Teixeira Silva

A onda de terceirização dos serviços de TI trouxe consigo um grande volume de demandas para as empresas prestadoras de serviços de tecnologia, abrindo caminho para escolhas que há alguns anos não eram possíveis. Hoje, a oferta no Brasil para este tipo de projeto já nos permite tratar esta modalidade de prestação serviço como um produto, sendo parte commodity (segurança, confiabilidade e escalabilidade) e outra que ainda é um diferencial para quem contrata (atendimento, foco compartilhado no negócio e localização).

Levando o foco para longe das capitais do sudeste, a relação oferta x demanda tende a ser mais atrativa para as empresas que buscam oferecer este tipo de serviço fora do eixo Rio – São Paulo. Isso porque neste trecho está concentrada boa parte das prestadoras de serviços de tecnologia, gerando maior competitividade e aumentando o desafio para novas empresas que queiram entrar neste segmento.

As oportunidades também giram em torno da alta gama de dados. Atualmente, o valor do Big Data nas empresas passa pelo reconhecimento de que os dados não podem ser mais tratados com a mesma abordagem que foi utilizada até hoje. Os serviços de hospedagem de dados começam a fazer sentido quando analisados sob o prisma do volume, variedade, segurança, velocidade, integridade, disponibilidade e etc. Como um motor que viabiliza esta transformação crítica está o gerenciamento de projetos de transição.

O que é considerado "commodity" para as empresas que contratam algum tipo de serviço de tecnologia, quando há o envolvimento do conceito de Big Data, tende a se tornar um fator crítico para o sucesso do projeto. Mesmo assim, todo este tratamento coopera com a visão de negócio da contratante, principalmente, com respeito à disponibilidade da informação no tempo certo para a tomada de decisão.

Então, pressionados pelos prazos de migração dos serviços, os gerentes de projetos muitas vezes precisam criar táticas de guerra nesta passagem do bastão, onde o foco da implantação passa pela garantia da disponibilidade dos serviços do cliente, os marcos de migração e uma gestão de recursos humanos eficiente.

Considerando os atores envolvidos nos projetos de migração (gestor de serviços, especialista em TI, gestor comercial e gestor de projetos) foram destacadas algumas ações a serem tomadas para cada um dos pontos considerados importantes na visão de quem contrata – integração, comunicação e riscos.

Gestor de Serviços: preparar o cliente para uso dos serviços; iniciar o relacionamento com o cliente, estabelecendo canais de comunicação formais e eficientes e atuar na identificação de possíveis fragilidades operacionais ou riscos de serviços.

Especialistas em TI: se reconhecer como membro do time e co-responsável pelo sucesso do projeto; permitir e se responsabilizar por fluir a informação de forma íntegra e no tempo certo junto ao time do projeto e evitar os riscos técnicos que possam comprometer a solução contratada e a manutenção da operação.

Gerente Comercial: ser presente durante o ciclo do projeto, apoiando a gestão de expectativas e monitorando oportunidades de upselling; primeiro porta-voz eleito pelo cliente que deve manter a visão original de sucesso durante todo o projeto, manter a atenção em riscos de negócio, ou seja, em problemas que possam impactar o negócio do da empresa e do cliente.

Gerente de Projetos: atuar como elo entre a expectativa do cliente e objetivo do projeto. Manter o time em uma unidade coesa; levar a equipe a romper as barreiras da comunicação no projeto e mantê-las funcionais e riscos de projetos, envolvendo a equipe, o objetivo e custos do projeto.

Assim, precisa-se de momentos de transformação da maneira de lidar com a prestação de serviços de TI, principalmente considerando que é possível elevar a capacidade da empresa em gerar valor contando com parceiros especialistas. Na visão da contratada, esta demanda representa a necessidade constante de criação de novos modelos de comercialização e a necessidade constante de revisão dos custos garantindo assim a competitividade em um mercado cada vez mais terceirizado.

Gustavo Teixeira Silva, líder de Projetos da Ativas Data Center.

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