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Alibaba arquiva pedido de registro de IPO na Bolsa de Nova York

Postado em: 06/05/2014, às 18:49 por Redação

Após meses de expectativa, o gigante chinês de comércio eletrônico Alibaba finalmente protocolou nesta terça-feira, 6, na Securities and Exchange Commission (SEC), órgão que regula as empresas cotadas em bolsa nos EUA, os prospectos de registro de companhia aberta e da oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) na Bolsa de Nova York. Isso significa que o IPO, cuja expectativa é que seja o maior da história, pode ocorrer nas próximas semanas.

Embora o Alibaba se recuse a comentar sobre os bancos que trabalharão na operação, fontes a par das negociações disseram que a empresa negocia com seis instituições financeiras para que coordenem a emissão — Citigroup, Credit Suisse, Deutsche Bank, Goldman Sachs Group, J.P. Morgan e Morgan Stanley —, o que pode render a eles cerca de US$ 260 milhões no total em comissões de subscrição, devido à taxa de 1,75% de comissionamento.

O tamanho do Alibaba e as suas taxas de crescimento estão jogando as projeções de valorização para a estratosfera. Analistas estimam que a companhia chinesa possa elevar seu valor de mercado de US$ 115 bilhões para algo em torno de US$ 245 bilhões, o que, se confirmado, a fará escalar 35 posições no ranking das maiores empresas de capital aberto do mundo, em valor de mercado, passando do 50º lugar para o 15°. Segundo os mesmos analistas, o gigante chinês pode levantar mais de US$ 20 bilhões com o IPO.

Até agora, as estimativas de valorização do Alibaba têm sido feitas com base em empresas cujos dados são comparáveis . O prospecto do IPO fornece uma visão ampla sobre as finanças da companhia (veja o guia interativo do Alibaba).

O Alibaba foi fundado em 1999 pelo ex-professor de inglês chamado Jack Ma, na cidade de Hangzhou, famosa pelo porto do rio Fushum, perto de Xangai. O negócio inicial da empresa era conectar fornecedores chineses com compradores ocidentais. Hoje, ele responde por cerca de 80% de todo o tráfego de compras online na China, segundo a empresa de pesquisas iResearch. Com informações de agências internacionais de notícias.

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