Ações da Apple caem mais de 4% após suposto ataque ao iCloud expor fotos de atrizes nuas na web

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Mesmo a Apple tendo negado nesta quarta-feira, 3, que o seu serviço de armazenamento na nuvem iCloud tenha sido violado, aprofundando o mistério de como as fotos privadas de celebridades nuas vazaram na internet no último domingo, 31, os investidores ficaram com um pé atrás com a companhia. As ações da empresa abriram o pregão desta quarta-feira, 3, na Nasdaq em ligeira queda de 0,9%, cotadas a US$103,2, e por volta das 12h50 (horário de Brasília) a queda atingiu pico de 4,38%, com os papéis negociados a US$ 98,77. O mal desempenho da Apple na Nasdaq perdurou durante todo o dia e as ações encerraram o pregão valendo US$ 98,94, recuo de 4,22%.

As imagens vazadas na web estavam salvas no iCloud, que, de acordo com informações da imprensa internacional, sofreu uma suposta falha de segurança, resultando na exposição de inúmeras fotos de celebridades que aparecem nuas, dentre elas as atrizes Kirsten Dunst e Jennifer Lawrence. O ocorrido se deu uma semana antes da fabricante americana apresentar o seu novo iPhone 6.

Logo após descobrir o incidente, a Apple tratou de realizar uma investigação interna e anunciou que não foi constatada nenhuma violação no iCloud. "Após mais de 40 horas de investigação, descobrimos que certas contas de celebridades foram comprometidos por um ataque muito segmentado em nomes de usuário, senhas e perguntas de segurança, uma prática que tem se tornado muito comum na internet", declarou a fabricante, em comunicado. "Nenhum dos casos que investigamos resultou de qualquer violação de qualquer dos sistemas da Apple, incluindo o iCloud ou Find my iPhone. Continuamos a trabalhar com a polícia para ajudar a identificar os criminosos envolvidos", acrescentou a empresa.

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