Pesquisa destaca como trabalho híbrido se tornou um benefício "não negociável" para trabalhadoras

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Uma nova pesquisa realizada pelo IWG — líder global e nacional em espaços de trabalho flexíveis como coworkings e escritórios — constatou que o modelo de trabalho híbrido se tornou um benefício "não negociável" para as mulheres. Para mais da metade das trabalhadoras (53%), esse modelo as empoderou a se candidatar a cargos sêniores e 72% das respondentes procurariam outro emprego se seu empregador não oferecesse um cronograma híbrido.

De acordo com o relatório Empowering Women in the Hybrid Workplace, do IWG, a flexibilidade se tornou essencial. Grande parte das entrevistadas (88%) acredita que esse regime funciona como um equalizador no local de trabalho, e 66% afirma que isso as levou a experimentar menos preconceitos, seja devido ao gênero, raça ou outros fatores.

O trabalho híbrido permitiu que mais mulheres tomassem decisões importantes sobre suas carreiras – mudando de emprego e setor – com base na acessibilidade ao modelo, que facilita o equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Três em cada cinco (62%) das entrevistadas consideraram se candidatar a um novo emprego se oferecesse maior flexibilidade, e quase metade (48%) considera uma mudança de carreira para possuir o benefício. Quase metade (47%) das que mudaram completamente de setor acreditam que o híbrido foi responsável pela mudança.

Além disso, 58% das mulheres atribuíram o crescimento em suas carreiras ao trabalho híbrido, tornando-as mais eficientes e produtivas. Em torno de 47% das funcionárias pontuaram que isso as ajudou a aprender mais sobre outros cargos em sua empresa e 38% relatou o aumento de sua visibilidade como liderança sênior.

Pesquisas anteriores do IWG, detentora das marcas Regus e Spaces no Brasil, puderam registrar que o trabalho híbrido é uma ferramenta fundamental de recrutamento e retenção para líderes de RH. Entre as mulheres, 72% afirmaram que procurariam outra vaga se seu empregador não oferecesse um cronograma híbrido e 40% se demitiram pela não implementação do modelo.

Vale destacar que trabalho híbrido não beneficia apenas as mulheres profissionalmente. Em todos os grupos etários, 49% disseram que o trabalho híbrido permite explorar hobbies e 75% das mulheres relataram um melhor equilíbrio entre vida profissional e pessoal por evitarem deslocamentos e gastos desnecessários. Entre as 53% das mulheres que se identificam responsáveis ou guardiãs, 65% delas consideram o trabalho flexível como um benefício valioso, e afirmam que por meio dele, poderiam economizar dinheiro e tempo para participar de eventos familiares.

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