Gestão do conhecimento e colaboração são críticos para produtividade, diz estudo

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A agilidade organizacional é fator crítico para as empresas se tornarem bem-sucedidas, sobretudo no cenário econômico atual, de acordo com uma pesquisa encomendada à Economist Intelligence Unit, unidade de consultoria da revista inglesa The Economist, pela EMC, fornecedora de sistemas de gerenciamento e armazenamento de informação. Segundo o levantamento, 81% dos entrevistados apontam o gerenciamento do conhecimento e a colaboração como os principais motores para aumentar a produtividade, melhorar desempenho e atingir a rápida inovação.
O relatório, intitulado Organizational Agility: How Businesses Can Survive and Thrive in Turbulent Times ("Agilidade Organizacional: Como as Empresas Podem Sobreviver e Prosperar em Tempos Difíceis"), aponta que 88% dos consultados, incluindo metade dos CEOs e CIOs, acreditam que a agilidade organizacional é crucial para o sucesso do negócio. Por outro lado, mais de 27% atribuem a desvantagem competitiva da companhia à falta de agilidade para prever mudanças fundamentais no mercado.
Segundo o estudo, na maioria das empresas, o caminho para a agilidade passa pela transformação e a maior parte dos entrevistados acredita que TI será "o agente" de mudança para o compartilhamento de conhecimento e agilidade do negócio.
Entre os fatores para tornar mais ágil o negócio, 45% dos executivos apontam o acesso em tempo real às informações, 38% às funcionalidades aperfeiçoadas de buscas e outros 38% citam a melhor integração dos sistemas de TI na organização. Além disso, para um grande número de entrevistados, as ferramentas que possibilitam descobrir, filtrar e enfocar conteúdo são fatores críticos para o sucesso do negócio.
De acordo com a pesquisa, a maioria dos consultados revela que processos como gerenciamento de conhecimento e colaboração – e também aqueles capazes de extrair dados de múltiplos aplicativos utilizados para pesquisa e desenvolvimento e inovação de produtos e serviços – fomentarão a agilidade e a inovação.
"As empresas, hoje, buscam meios de permanecer competitivas e reter clientes de alto valor enquanto os orçamentos encolhem", observou Whitney Tidmarsh, diretora de marketing e arquivamento de conteúdo da EMC. De acordo com a executiva, a chave para a agilidade organizacional é reduzir as onerosas redundâncias e aperfeiçoar os processos essenciais.
O estudo mostra também um aspecto negativo: embora muitos entrevistados tenham adotado iniciativas para tornar seus processos mais ágeis, nem todas alcançaram êxito. Mais de 80% dos consultados adotaram uma iniciativa ou mais para aumentar a agilidade nos últimos três anos, porém 34% reconheceram que fracassaram devido a tomadas de decisão lentas, metas e prioridades departamentais conflitantes, culturas avessas ao risco e informações em silos. Além disso, 52% admitiram ter desperdiçado tempo precioso "caçando" conteúdo crítico para o negócio, afetando a capacidade de tomar decisões de negócio com velocidade.
Para o estudo, realizado entre dezembro de 2008 e janeiro de 2009, foram ouvidos 349 executivos de negócio ao redor do mundo, de 19 indústrias diferentes com faturamento de US$500 milhões ou menos a US$ 5 bilhões ou mais.

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