UNESCO avalia desenvolvimento da Internet no Brasil a partir de indicadores de universalidade

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O Brasil é o primeiro país que teve o seu ecossistema de Internet avaliado a partir dos Indicadores de Universalidade da Internet da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO). Os resultados foram publicados no relatório "Assessing internet development in Brazil: using UNESCO's Internet Universality ROAM-X Indicators" (em português, "Avaliando o Desenvolvimento da Internet no Brasil: aplicação dos Indicadores de Universalidade da Internet da UNESCO"). A publicação inaugura uma série de publicações da UNESCO sobre o tema. A versão em inglês do relatório está disponível para download aqui.

O documento foi elaborado a partir de dados coletados de diferentes fontes de informações, mas sobretudo, das pesquisas conduzidas pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br). O projeto piloto que coletou os dados publicados neste relatório foi conduzido pelo Cetic.br e reúne dados dos indicadores da UNESCO em quatro eixos fundamentais: Direitos, Abertura, Acessibilidade e Multissetorialidade, bem como indicadores que são transversais à essas dimensões.

"Com os Indicadores da UNESCO, nos foi dada a oportunidade de aprender sobre o cenário atual e compreender desenvolvimentos futuros a partir do conceito de Universalidade da Internet", escreveu na publicação o diretor presidente do NIC.br, Demi Getschko. O NIC.br, por meio do Cetic.br, também contribuiu ativamente com apoio técnico desde o início do processo de elaboração do marco referencial conceitual e dos Indicadores de Universalidade da Internet, aprovados em 2018.

O relatório "Assessing internet development in Brazil: using UNESCO's Internet Universality ROAM-X Indicators" aponta que o desenvolvimento do ambiente da Internet no Brasil é forte e positivo ao considerar o quadro regulatório, que segue padrões internacionais. No entanto, ainda existem desafios em áreas como o acesso e conectividade para os cidadãos. Acesse a publicação na íntegra.

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