Livro Economia da Paixão traz reflexões sobre empregos do futuro

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Para professor Marcelo Pimenta, da ESPM-SP, um novo modelo econômico é impulsionado pela mudança de vida pós-pandemia. O alarmante número de pessoas que estão insatisfeitas com a vida que levam pode ser encontrado em diferentes tipos de pesquisa, das que reconhecem as patologias contemporâneas da depressão e ansiedade, às mais focadas em qualidade de vida.

Ao que se refere ao contentamento com o trabalho que desempenham, pesquisas apontam que 56% dos empregados com carteira assinada não estão satisfeitos com seus postos de trabalho e 64% desejam mudar de vida.

Neste sentido, é possível afirmar que o mundo, no geral, esteve em um processo que acelerou-se com a pandemia. Muitas foram as necessidades de adequação de profissionais de todos os níveis e segmentos. Foi necessário repensar os negócios, as maneiras de se aprender e as novas relações construídas a partir dessas mudanças.

Há 30 anos atuando como professor e consultor, o especialista em inovação e criatividade Marcelo Pimenta afirma que o mundo vive uma nova onda: fazer aquilo se ama é o principal antídoto contra a depressão, a apatia e pode ser um momento de contribuições únicas para projetos inovadores.

"Nunca foi possível com tão pouco dinheiro iniciar um negócio, mesmo que ele seja ainda pequeno no início (pode ser um jornal do bairro, uma loja virtual ou um serviço como cuidar de jardim ou passear de cachorro ou fazer kefyr)", afirma.

Em seu recém-lançado livro "Economia da Paixão: como ganhar dinheiro e viver mais e melhor fazendo o que ama", o professor da ESPM-SP e Marketing e descomplicador criativo, avalia de diferentes concepções a relação trabalho-individuo.

Pimenta explica que todos possuem potencial para ganhar dinheiro fazendo o que amam, desde que encontrem um estilo de vida compatível a si.  "Você tem a condição de viver o estilo de vida que você quer e de fazer aquilo que você ama e isso provavelmente vai te dar mais saúde, vai te dar mais vitalidade, mais longevidade. E isso vai fazer com que seu estilo de vida flua melhor", afirma.

Para ele, as mudanças causadas pela pandemia, oportunizaram mudanças que colaboram com o viés da economia da paixão.  "A economia da paixão não está baseada apenas na  agricultura, ou na indústria, ou ainda no conhecimento conectado pelas redes.

Envolvendo todo esse sistema complexo de produção e de vida, as pessoas começam a despertar para aquilo que é o mais importante – o interior delas mesmas", completa.

O termo "Economia da Paixão", segundo Marcelo Pimenta define-se como uma quarta onda da economia e se deve ao fato de que a mudança na oferta e procura de emprego, bem como no segmento de bens serviços estão sendo impactados profundamente pelas mudanças ocasionadas do ponto de vista de mundo e na forma como a economia de baixo contato reposiciona papéis sociais.

O livro, publicado pela DVS Editora possui 224 páginas, e está dividido em 4 capítulos. Na primeira parte do livro, o autor reflete a mudança de status da tão falada economia das redes e do conhecimento à economia da paixão. Na segunda parte, há um detalhamento dos atributos do protagonista da paixão, destacando o quanto a criatividade, propósito, resiliência, autoconhecimento e design estão conectados neste novo processo de expansão e apreensão do conhecimento.

Marcelo Pimenta explica na terceira parte do livro, o que é preciso saber para quem quer sobreviver à onda da economia da paixão, e finaliza oferecendo um guia prático para quem deseja empreender uma nova jornada neste novo modelo.

Mais informações e compra do livro podem ser acessadas no endereço bit.ly/economia-da-paixão

Autor: Marcelo Pimenta

Formato: 14x21cm

Páginas: 224

Editora: DVS Editora

Redes Sociais: @descomplicadorcriativo \

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