Vivo recebe duplo reconhecimento do CDP por sua atuação pelo clima

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A Vivo (Telefônica Brasil) conquistou duplo reconhecimento do CDP (Carbon Disclosure Project), organização internacional referência na análise de dados ambientais das empresas em todo o mundo. A empresa é destaque na "A List" de Clima da instituição, pelo seu compromisso com a transparência ambiental e atuação em combate às mudanças climáticas. A Vivo é a única do setor entre as seis companhias brasileiras, de diferentes segmentos, líder também em engajamento com fornecedores no "Supplier Engagement Leaderboard' do CDP. A cerimônia "CDP Latin America Awards 2023" aconteceu na última semana, em São Paulo e celebrou as organizações e cidades latino-americanas que atingiram os mais altos patamares de liderança no sistema de pontuação do CDP, amplamente utilizado para orientar decisões de investimento e aquisição rumo a uma economia sustentável, resiliente e de carbono zero.

"Os reconhecimentos do CDP refletem a transparência e o compromisso da Vivo em atuar para reduzir emissões e engajar sua cadeia de valor nesta jornada. É uma tarefa complexa e desafiadora, porém, essencial para que possamos fazer a diferença frente aos atuais desafios climáticos", revela a Diretora da Sustentabilidade da Vivo, Joanes Ribas".  A iniciativa da Vivo junto aos fornecedores, como de equipamentos eletrônicos, redes e logística, promove consultoria e engajamento para que assumam compromissos e metas de descarbonização.

Com um programa que envolve 125 fornecedores carbono intensivos de diferentes segmentos, a Vivo conseguiu dobrar o percentual de empresas atuando pelo clima em apenas dois anos, com 60% delas engajadas em iniciativas de descarbonização. Juntas, elas respondem por 80% de suas emissões no chamado Escopo 3.

Para atingir seu maior objetivo, que é chegar a zero emissões líquidas até 2040, a empresa estrutura suas iniciativas ambientais em um Plano de Ação Climática com metas de curto, médio e longo prazo validadas pela ciência. Entre 2015 e 2023, a Vivo reduziu em 90% suas emissões próprias, devido ao uso de energia 100% renovável, utilização de biocombustível na frota e eficiência operacional de equipamentos em centrais, prédios e estruturas de transmissão. As emissões que não consegue evitar sã compensadas em projetos de preservação ou regeneração da Floresta Amazônica.

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