Gestão de ativos de softwares ganha relevância no período de pandemia

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Post content – Pesquisa realizada pelo instituto de pesquisa IDC – International Data Corporation mostra que o cenário competitivo e as tecnologias inovadores vão impulsionar fortemente a transformação das empresas em múltiplos aspectos, promovendo uma aceleração digital que terá impacto nos negócios nos próximos 5 anos.

Luciano Ramos, gerente de Pesquisa e Consultoria para o segmento Enterprise na IDC, englobando as práticas de Infraestrutura, Software e Serviços de TI, explica que pesquisa feita basicamente com tomadores de decisão e também profissionais de negócios na América Latina constata que haverá uma transformação no portfólio de tecnologia, com adoção de práticas estruturadas de gestão de ativos de software, que cada vez mais serão diversificados.

Para ser ter uma ideia "em 2025 cerca de 50% dos aplicativos negócios vão ter funcionalidades que não existem hoje para atender a aceleração que vai acometer nos próximos anos".

A pesquisa mostra que 50% dos entrevistados acredita que haverá uma transformação na área onde atuam; 58% diz que o deverá haver um transformação nos negócios para suportar os objetivos das organizações nos próximos 5 anos; e 60% indica a exigência de transformação do seu portfólio de TI atual  para suportar o nível de negócios nos próximos 5 anos.

Por esse motivo, ele considera essencial as empresas tenham uma visão mais clara de como vai investir no consumo de software, na gestão de portfólio, na cadencia de como os investimentos serão realizados. "Não se pode avaliar o custo de software apenas no projeto onde será usado, mas ter uma visão abrangente, entender os riscos da evolução do produto, qual seu road map, para assim fazer uma avaliação correra do ROI (retorno sobre o investimento)", enfatiza Ramos.

Essas considerações ganham ainda mais relevância nesse período de pandemia, onde as empresas estão buscando novas inciativas de transformação dos negócios, ao mesmo tempo em que precisam fazer um forte controle do budget.

Para Jefferson Tolentino, SLM Team Lead da SoftwareONE, a empresa tem que compreender que gestão de software é uma jornada, onde o road map deve determinar a escolha da plataforma, como se preparar para utilizá-la, para assim mitigar risco de conformidade de maneira preventiva.

A gestão do SLM é um processo central e continuo, que exige uma visão holística, com constante avaliação, onde se deve olhar o portfólio de soluções para otimizar os custos a longo prazo, não apenas de forma pontual.

Ele explica que avaliar e fazer a gestão desse cenário é uma das expertises da SoftwareONE, que pode fazer o acompanhamento continuo, conhecer os fornecedores, o catálogo dos players, ter uma visão preditiva que vai permitir redução de gastos, indicar a arquitetura mais adequada, benefícios.

"Como um advisor, a SoftwareONE pode dar visibilidade de planejamento nas empresas para garantir mais eficiência dos investimentos, redução de obsolescência, melhoria na negociação com fornecedores, mensurar riscos em funções de mudanças de produtos e mercado, avaliar custos profissionais, para atender os objetivos de negócios", enfatiza.

Recomendações

A IDC faz as seguintes recomendações:

Os CIOs devem assegurar que os gastos relacionados ao portfólio de software da organização sejam priorizados, planejados e geridos para proporcionar mais valor para os negócios;  

O time de TI deve prover recomendações sobre soluções e tecnologia inovadoras para direcionar os requerimentos do portfólio de software das empresas e respectivos investimentos;

A governança correta do portfólio de software apoiada em práticas de SLM traz benefícios significativos, especialmente na redução dos custos, seja licenciamento, sustentação ou de multas evitadas;

SLM não é uma atividade pontual. Trata-se de um ciclo contínuo de avaliação e otimização do portfólio de software da organização, que otimiza seu uso e custos associados com uma visão abrangente.

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