RecargaPay adota home office definitivo

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Antes mesmo da recomendação oficial de quarentena, a RecargaPay, fintech de pagamentos pelo celular, adotou o trabalho remoto de seus mais de 280 funcionários. Agora, com o avanço da Covid-19 no Brasil, a empresa anuncia que seguirá em home office permanente.

"Conseguimos adaptar rapidamente o nosso modo de trabalho para 100% online e tem funcionado bem, com nossas equipes se mantendo seguras, motivadas e produtivas", conta Renato Camargo, líder da operação da empresa no Brasil. "Em uma pesquisa interna realizada durante a quarentena, todos os participantes disseram preferir um modelo híbrido de trabalho após a reabertura, ou seja, vindo um ou dois dias na semana ao escritório", completa. Para que isso aconteça, estão sendo tomadas todas as medidas de segurança no escritório em São Paulo, para que o local seja utilizado em esquema de rodízio quando necessário, porém a empresa não vai exigir que as equipes compareçam às dependências.

Nessa mesma pesquisa interna, a empresa perguntou sobre qual seria a principal melhoria necessária para trabalhar de casa, e o item mais mencionado foi cadeira de escritório, como comenta Camargo: "Muitos tiveram que se adaptar com o que tinham em casa para criar um espaço de trabalho, mas sabemos que uma cadeira de jantar não foi feita para ficar por longas horas". Por isso, a empresa buscou atender aos colaboradores visando maior bem-estar físico, conforto e passou a oferecer um subsídio para quem quiser comprar cadeiras de escritório.

Desde março, a empresa tem focado na integração virtual e gestão da saúde mental de seus colaboradores. São ações onlines como happy hour, hora do cafezinho, gincanas, clube de meditação, grupo de malhação e também um programa de saúde mental e acompanhamento individual dos gestores com equipes para garantir que todos recebam o suporte necessário durante essa fase desafiadora. E a RecargaPay prioriza o bem-estar e a segurança financeira dos funcionários, prova disso é ter aderido ao movimento #NãoDemita, assumindo o compromisso de não demitir durante a crise atual causada pela pandemia de COVID-19.

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